30 de abril de 2009

OS ESTADOS UNIDOS NA PROFECIA

No nosso último estudo apresentamos o que é a marca da besta. Hoje veremos como ela será decretada nos Estados Unidos.
Vamos orar. “Pai-nosso, estamos diante de um assunto tão sensível. Necessitamos da Vossa ajuda e direcção para o aprofundar sem preconceitos, queremos a compreensão da Vossa Palavra, guia-nos a buscar só nos textos bíblicos a base para a compreensão deste assunto, no nome de Jesus.
Ámen.
Vamos rever o nosso último estudo abrindo a Bíblia em Apocalipse 13:16-18 16 “E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte, para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.”
Hoje ainda ninguém tem a marca da besta. A Bíblia diz que a marca virá quando as pessoas forem forçadas a aceitar o Domingo papal para poderem comprar ou vender. Como é que os Estados Unidos, que têm liberdade religiosa, irão decretar essas leis? É isso que vamos estudar hoje.
Para responder a esta pergunta, vamos ler em Apocalipse 13:1-3 (leia na sua Bíblia)“ Então vi subir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças nomes de blasfémia. E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder e o seu trono e grande autoridade. Também vi uma de suas cabeças como se fora ferida de morte, mas a sua ferida mortal foi curada. Toda a terra se maravilhou, seguindo a besta.”
A besta receberá uma ferida mortal, essa ferida será curada e o mundo irá de novo maravilhar-se ou seguirá a besta.
Durante 1260 anos, tal como a profecia previu, o Papa teve poder mundial significativo. Os reis da Europa tremiam diante dele. No fim dos 1260 anos, em 1798, o papado recebeu uma ferida mortal. O papa preso pelos franceses e foi levado para França onde morreu no cativeiro. Depois de 1798, o papado continuou a perder poder. Meados do século XIX, o papado perdeu grande parte do seu poder em Itália. Perante o mundo, parecia que o papado tinha acabado. Os estudiosos da Bíblia de todo o mundo anteciparam esta queda do papado e previram-no com base nestas profecias.
No entanto, a profecia previu que a ferida se curaria. Então, em 1929, a ferida começou a curar-se. O papado reviveu e começou a recuperar as suas terras, a sua autonomia e poder. O jornal San Francisco Chronicle (Crónica de São Francisco) em tinha, na primeira página, o título: “Mussolini e o Papa Gasparri Assinam um Pacto Romano Histórico.”
Surpreendentemente, o artigo usou as próprias palavras da profecia para descrever o que aconteceu. Disse que a ferida estava curada. É evidente que a ferida entre o papado e outros países do mundo continua a curar-se. O derradeiro objectivo do papado é recuperar a influência que tinha sobre o mundo na Idade Média. Mas para isso acontecer, um outro grande império mundial precisa de o ajudar. A Bíblia revela qual é o país em Apocalipse 13:11.
Vamos ler Apocalipse 13:10-12 “Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a perseverança e a fé dos santos. E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como dragão. Também exercia toda a autoridade da primeira besta na sua presença; e fazia que a terra e os que nela habitavam adorassem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada.”
A premeria besta, o papado, recebe a sua primeira ferida em 1798. esta besta tem aspecto de cordeiro, revive e traz de volta a besta papal para que o mundo a adore.
Agora podemos saber com exactidão quem é este reino/besta devido às marcas identificativa que a Bíblia nos dá aqui. Existem quatro:
1- O tempo, ela aparece quando a primeira besta é levada em cativeiro (Apocalipse 13:10,11). Este segundo reino aparece no fim do século XVIII quando o papado recebe a sua ferida mortal, em 1798.
2- Localizamos a besta como “subindo da terra” (13:11). Todos os outros reinos/bestas vêm do mar (ver 13:1). As águas representam povos, multidões, nações e línguas (Apocalipse 17:15). Surgiram de áreas densamente povoadas. Está previsto que este novo reino surgirá da terra – escassamente povoada. Até agora temos um reino que surgirá no fim do século XVIII, uma área com pouca densidade populacional.
3- A sua idade jovem está patente já que é um cordeiro e não uma ovelha adulta. É um país novo e recente, ao contrário dos países antigos do mundo.
4- As duas divisões deste reino são simbolizadas pelos seus chifres semelhantes aos de um cordeiro. O que é que um cordeiro simboliza? João 1:29, ler “No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.” Representa Cristo. Esta nova nação será fundada com base em princípios cristãos. Jesus disse: “Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.” (Mateus 22:21). Este novo país segue este princípio e será semelhante a Cristo e, no entanto, terá o estado separado da Igreja. Os outros países do mundo misturaram a Igreja com o Estado, de modo que a Igreja controlava o Estado.
Que país recente surgiu no fim do século XVIII, numa área do mundo pouco habitada, que baseou o seu governo nos princípios da Bíblia e separou o estado do poder controlador da Igreja? Só há um país que encaixa na profecia. Os Estados Unidos da América. Não é por acaso que este país está na profecia. Nenhum outro país no milénio passado e neste tem tido a influência mundial dos EUA.
A parte seguinte da profecia revela a forma como a marca da besta será decretada nos EUA. Vamos ver.
Apocalipse 13:1 “E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como dragão.” (leia comigo a última parte) “E fala como dragão” O reino semelhante ao cordeiro falará como o dragão, Satanás (Apocalipse 12:9).
Como é que o dragão fala? Vamos ler Apocalipse 13:5 “Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfémias; e deu-se-lhe autoridade para actuar por quarenta e dois meses.” Diz blasfémias.Consegue lembrar-se como a Bíblia define blasfémias?
Veja: João 10:33 “Responderam-lhe os judeus: Não é por nenhuma obra boa que vamos apedrejar-te, mas por blasfémia; e porque, sendo tu homem, te fazes Deus”
Lucas 5:20,21”E vendo-lhes a fé, disse ele: Homem, são-te perdoados os teus pecados. Então os escribas e os fariseus começaram a arrazoar, dizendo: Quem é este que profere blasfémias? Quem é este que profere blasfémias? Quem pode perdoar pecados, senão só Deus?”
Uma blasfémia é quando alguém que não é deus alega ser Deus e ter o Seu poder.
O espírito blasfemador do dragão leva os EUA a legislar a forma de adoração. Ao fazer isto, o governo coloca-se no papel de Deus.
De que forma é que os EUA falarão como o dragão?
Apocalipse 13:12 “Também exercia toda a autoridade da primeira besta na sua presença; e fazia que a terra e os que nela habitavam adorassem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada.” Os EUA unir-se-ão ao papado e ajudá-lo-ão a recuperar o poder mundial, curando assim a ferida. Irá instituir leis dominicais e decretar a adoração ao Domingo, honrando assim o papado.Em que ambiente é que isso pode acontecer?
Apocalipse 13:13, 14 “E operava grandes sinais, de maneira que fazia até descer fogo do céu à terra, à vista dos homens; e, por meio dos sinais que lhe foi permitido fazer na presença da besta, enganava os que habitavam sobre a terra e lhes dizia que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia.”
Acontecerão milagres enganadores e sinais para convencer as pessoas de que o papado tem o verdadeiro poder de Deus. Feitos no nome de Cristo serão um engano para levar as pessoas a se unirem e adorarem a besta (Comparar 16:13,14).
Qual é o tema específico que será a ênfase da adoração da besta papal?
Apocalipse 13:15-17 “Foi-lhe concedido também dar fôlego à imagem da besta, para que a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta. E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte, para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.”
A ênfase está em forçar as pessoas a receber a marca da besta. No nosso estudo de ontem aprendemos que a marca papal de autoridade é a observância do Domingo. É o que eles usam para provar que são o vigário de Deus na Terra. Durante séculos, o papado tem estado a trabalhar para recuperar o domínio mundial. Quando o conseguir, irá assegurar-se de que todos o reconhecem e vão à igreja ao Domingo. Aqueles que se recusarem não poderão comprar nem vender. Se passado algum tempo continuarem a não aceitar a lei dominical, serão ameaçados de morte.
Satanás sabe que o seu tempo é curto nos últimos dias. Esta é a sua derradeira posição desesperada para tentar provar ao universo que é mais poderoso do que Deus. Se ele conseguir que o mundo siga o seu falso sistema de adoração, ele acha que terá o argumento que necessita para provar que o seu poder é superior ao de Deus.
No entanto, há um pequeno grupo de seguidores de Deus que não serão enganados. Podemos ler acerca deles no capítulo 14.
Apocalipse 14:9 “Seguiu-os ainda um terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na fronte, ou na mão.”
Apocalipse 14:12 “Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.” Enquanto o resto do mundo recebe a marca, o povo de Deus suporta pacientemente a perseguição. O povo de Deus tem três características:
1- É paciente. Em grego a palavra significa resistência. Eles não cedem quando outros se recusam a seguir a verdade bíblica.
2- Guarda os mandamentos de Deus. Sabe que não é salvo pelas obras. Mas porque ama Jesus obedece à Lei de Deus. Não compromete o sétimo dia de Jesus, o Sábado.
3- Tem a fé de Jesus. Crê em Jesus. Não Lhe obedece para ganhar a salvação, mas porque O ama. Jesus disse: “Se me amardes, guardareis os meus mandamentos.” (João 14:15).
São estas as pessoas que recebe o selo de Deus. Que não serão enganados. São as que vão para o Céu na altura da segunda vinda de Jesus.
Porque é que estes não seguem a besta como toda a gente? Eles estudaram a Bíblia e sabem que a Bíblia fala apenas do Sábado. Sabem que a guarda do Domingo veio da Igreja papal. Sabem que apenas um poder quer mudar os tempos e a lei – a ponta pequena papal (Daniel 7:25).
Eles amam e confiam em Deus para Lhe obedecer mesmo quando o governo lhes diz que não podem comparar nem vender. Eles dizem: “Está bem. Deus é o meu Criador. Ele tomará conta de mim.” O governo diz: “Então morrerás.” O povo de Deus responde: “Pelo menos seremos fiéis a Deus e teremos a vida eterna no Céu assegurada. Além disso, o Deus que nos criou pode salvar a nossa vida.”
Eu quero fazer parte deste grupo de fiéis. E Você?Muito em breve a marca da besta ser-nos-á imposta. Podemos ser fiéis como Daniel quando foi para a cova dos leões. Podemos ser tão corajosos como Sadrach, Mesach e Abednego quando foram atirados para a fornalha ardente. E, sabe uma coisa? Enquanto muitos perderão a vida por Deus (Apocalipse 20:4) haverá muitos que serão libertados da morte tal como Daniel e os seus amigos. Os leões nunca comeram Daniel. O fogo nem sequer chamuscou a roupa ou o cabelo dos amigos de Daniel. Portanto Deus libertará o Seu povo se este se mantiver como testemunha fiel ao facto de que deus é o Criador.
Eu quero ser fiel, e você? Podemos dizer a Deus, na nossa oração de hoje, que O queremos seguir em todas as coisas e que queremos que Ele nos ajude a santificar o Sábado do sétimo dia?Amado/a faça a sua decisão por Jesus. Seguir a Jesus nunca foi fácil. Nada porem, dá maior alegria, porque n´Ele há uma esperança e um futuro. Agarre de todo o seu coração esta esperança e este futuro, agora.

28 de abril de 2009

TEMPO PROFÉTICO

"Pois quando estiverem dizendo: Paz e segurança! então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão."
1ª Tessalonicenses 5:3

JOVEM CHINÊS, faz refém uma jovem para reclamar um resgate que lhe permita comprar medicamentos para a sua velha e doente mãe. Professores e alunos dos jovens assassinados na Universidade de Columbine, diante do memorial levantado em memória dos professores e alunos mortos por um jovem estudante.
Homem com máscara, chora, em Bangkok, a impotência perante os protestos. Os ricos são cada vez mais ricos, os pobres são cada vez mais pobres.
Homens paquistaneses oram, num intervalo dos confrontos. O velho carro tem os vidros perfurados por balas de metralhadora.
Sinto necessidade de ORAR a oração do Apocalipse 22:"Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém; vem, Senhor Jesus.A graça do Senhor Jesus seja com todos."

19 de abril de 2009

O PRINCIPIO DIA ANO PROFÉTICO

PROFECIAS DE DANIEL

Os 2.300 dias proféticos de Daniel 8:14

Existe base bíblica para a interpretação das 2.300 “tardes e manhãs” (Dn 8:14) como 2.300 anos?

Estudos históricos bem abalizados demonstram que, até meados do século 19, a grande maioria dos comentaristas bíblicos protestantes interpretava as 2.300 “tardes e manhãs” como 2.300 anos (veja os citados por LeRoy E. Froom, The Prophetic Faith of Our Fathers, pp. 204-268; ou Alberto R. Timm, O Santuário e as Três Mensagens Angélicas [Engenheiro Coelho, SP: Imprensa Universitária Adventista, 2000], pp. 21-25). Essa mesma interpretação continuou sendo aceita nos círculos protestantes pelo menos até o final do século 19.

Existem várias razões que nos levam a aplicar o princípio “dia-ano” de interpretação profética às 2.300 tardes e manhãs. Uma delas é o relacionamento entre as 2.300 tardes e manhãs e as 70 semanas de Daniel 9:24-27. A visão sobre as 70 semanas foi dada a Daniel como explicação adicional à visão das 2.300 tardes e manhãs (ver Dan. 8:14, 26 e 27; 9:20-27).

Nessa explicação, o único ponto de partida mencionado, que deve ser comum a ambos os períodos proféticos, é a expressão “desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém” (Dan. 9:25). Essa ordem entrou em vigor em 457 a.C. (ver Esd. 7:13). E não há como fazer com que as 70 semanas se estendam “até ao Ungido, ao Príncipe” (Dan. 7:25), entre 27 e 34 d.C., sem que este período seja considerado como 70 semanas de anos, ou seja 490 anos. Agora, se aplicamos o princípio dia-ano às 70 semanas, como grande parte dos comentaristas o fazem, também devemos aplicá-lo as 2.300 tardes e manhãs.

Outra razão é o próprio contexto histórico. A visão das 2.300 tardes e manhãs foi dada “no terceiro ano do reinado do rei Belsazar” (Dan. 8:1), rei de Babilónia. O cumprimento deveria ocorrer, segundo a própria visão, em “dias ainda mui distantes” (Dan. 8:26), estendendo-se “desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém” (Dan. 9:25), ou seja de 457 a.C., até o “tempo do fim”, o “último tempo da ira” e o “tempo determinado do fim” (Dan. 8:17 e 19). Se interpretarmos as 2.300 tardes e manhãs como 1.150 dias literais (3 anos e meio) ou mesmo como 2.300 dias literais (7 anos), esse período não chegaria ao final do domínio persa, e muito menos ao tempo do fim.

Uma terceira razão é o princípio do “símbolo em miniatura”, assim denominado em 1843 por George Bush, professor de Hebraico e Literatura Oriental da New York City University. De acordo com esse princípio, sempre que a entidade envolvida em uma profecia bíblica aparece simbolicamente miniaturizada, o tempo profético envolvido foi igualmente miniaturizado, e deve ser interpretado com base no princípio dia-ano. Por exemplo, em Números 14, assim como os doze espias simbolizavam doze tribos, os 40 dias representavam 40 anos (verso 34). De modo semelhante, em Daniel 8, assim como o carneiro e o bode simbolizam dois reinos (Medo-Pérsia e Grécia), as 2.300 tardes e manhãs representam 2.300 anos.

Portanto, devemos interpretar as 2.300 tardes e manhãs como 2.300 anos.

17 de abril de 2009

É O DOMINGO O DIA DO SENHOR?

Bento XVI defendeu esta Quarta-feira a verdade histórica da ressurreição de Jesus, que a Igreja Católica celebra na Páscoa.
“É fundamental para a nossa fé e para o nosso testemunho cristão que se proclame a ressurreição de Jesus de Nazaré como um acontecimento real, histórico, atestado por numerosas testemunhas que se tornaram autoridade”, disse na audiência geral, perante milhares de peregrinos reunidos no Vaticano. … Para o Papa, “a novidade surpreendente da ressurreição é tão importante que a Igreja não deixa de proclamá-la, prolongando a sua recordação, especialmente no Domingo, que é o dia do Senhor e a Páscoa semanal do povo de Deus”.
EZEQUIEL 20:
12 Demais lhes dei também os meus sábados, para servirem de sinal entre mim e eles; a fim de que soubessem que eu sou o Senhor que os santifica.

20 E santificai os meus sábados; e eles servirão de sinal entre mim e vós para que saibais que eu sou o Senhor vosso Deus.
MATEUS 5:
17 Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir.
18 Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido.
O PAPA BENTO XVI DIZ QUE O DOMINGO É O DIA DO SENHOR.
JESUS CRISTO AFIRMA QUE NÃO VEIO ABOLIR A LEI DE DEUS, NEM UM DOS MAIS PEQUENOS DOS MANDAMENTOS, EM QUEM DEVEMOS CRER?
ÊXODO 20:
8 Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.
9 Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho;
10 mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas.
11 Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou.
ESTE É O QUARTO MANDAMENTO. FAZ PARTE DOS 10 MANDAMENTOS, É O QUARTO MANDAMENTO.
ALGUÉM DIRÁ: A RESSURREIÇÃO DE JESUS ANULOU ESTE MANDAMENTO. ENTÃO COMO COMPREENDER OS SEGUINTES TEXTOS:
LUCAS 23:
52 chegando a Pilatos, pediu-lhe o corpo de Jesus;
53 e tirando-o da cruz, envolveu-o num pano de linho, e pô-lo num sepulcro escavado em rocha, onde ninguém ainda havia sido posto.
54 Era o dia da preparação, e ia começar o sábado.
55 E as mulheres que tinham vindo com ele da Galiléia, seguindo a José, viram o sepulcro, e como o corpo foi ali depositado.
56 Então voltaram e prepararam especiarias e ungüentos. E no sábado repousaram, conforme o mandamento.
AS SANTAS MULHERES OBSERVARAM O SÁBADO. JESUS REPOUSOU NO SEPULCRO NO DIA DE SÁBADO. RESSUSCITOU NO PRIMEIRO DIA DA SEMANA:
LUCAS 24:
1 Mas já no primeiro dia da semana, bem de madrugada, foram elas ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado.
2 E acharam a pedra revolvida do sepulcro.
3 Entrando, porém, não acharam o corpo do Senhor Jesus.
4 E, estando elas perplexas a esse respeito, eis que lhes apareceram dois varões em vestes resplandecentes;
5 e ficando elas atemorizadas e abaixando o rosto para o chão, eles lhes disseram: Por que buscais entre os mortos aquele que vive?
S. LUCAS, AUTOR DESTE EVANGELHO (MEDICO E COMPANHEIRO DO APÓSTOLO PAULO), É UM HOMEM MUITO METICULOSO, ESCREVE POR VOLTA DO ANO 57-59 DC. PORQUE RAZÃO CHAMA ELE AO DOMINGO O "PRIMEIRO DIA DA SEMANA" SEM DAR OUTRA EXPLICAÇÃO, SEGURAMENTE, PORQUE OS CRENTES CONTINUAVAM A OBSERVAR O SÁBADO.
A IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA MUDOU O SÁBADO PARA O DOMINGO, MUDOU O DIA QUE DEUS ABENÇOOU E SANTIFICOU PARA O PRIMEIRO DIA DA SEMANA. COM RAZÃO NÓS CHAMAMOS AO SEGUNDO DIA, SEGUNDA-FEIRA E POR AÍ ADIANTE.
DEUS AVISOU ATRAVÉS DO PROFETA DANIEL 7:

25 Proferirá palavras contra o Altíssimo, e perseguirá os santos do Altíssimo; cuidará em mudar os tempos e a lei; os santos lhe serão entregues na mão por um tempo, e tempos, e metade de um tempo.
O CRISTÃO SÓ O É POR SEGUIR A CRISTO E NÃO POR SEGUIR O PAPA.
http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=71944&seccaoid=4&tipoid=217

ECUMENISMO

A teóloga alemã Jutta Burgraff ao referir-se ao movimento ecuménico afirmou: "vemos hoje mais claramente o que nos une e o que nos separa."
Expoente protestante no jornal do Papa: «Não há estancamento ecuménico»
O presidente da Conferência das Igrejas Européias, no «L’Osservatore Romano»
CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 23 de novembro de 2007 (ZENIT.org).- «A assembléia de Sibiu desmentiu o estancamento ecuménico»: assim se titula uma reflexão do presidente (protestante) da Conferência das Igrejas Européias publicada na capa do «L’Osservatore Romano» (edição diária em italiano de 23 de novembro de 2007).
Testemunhas do espírito de pobreza: Cristãos e Budistas em diálogo
Caros amigos budistas
A próxima festa de Vesakh/Hanamatsuri oferece uma feliz ocasião para vos apresentar, da parte do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso, sentidas felicitações e os mais cordiais votos: que esta festa traga mais uma vez alegria e serenidade aos corações de todos os budistas, em todas as partes do mundo. Esta celebração anual oferece aos católicos a oportunidade de saudar os amigos e os vizinhos budistas e de reforçar, desse modo, os vínculos de amizade já existentes, e criando outros. Estes vínculos de cordialidade permitem-nos condividir as nossas alegrias, esperanças e riquezas espirituais.

13 de abril de 2009

MEMBROS DO PARLAMENTO EUROPEU QUEREM CONSAGRAR O DOMINGO COMO DIA DE DESCANSO

Cinco membros do Parlamento Europeu lançaram uma declaração para a protecção do Domingo.
O Secretariado da COMECE - Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia, as Igrejas alemãs protestantes e a Igreja de Inglaterra saudou a iniciativa de vários membros do Parlamento Europeu, que solicitam o pronunciamento dos restantes membros sobre a Declaração escrita acerca da “protecção do Domingo livre como pilar essencial do Modelo Social Europeu e como parte da herança cultural da Europa”.
Num comunicado enviado à Agência ECCLESIA, os bispos da UE indicam que tal declaração “pode constituir um importante compromisso para a «Europa social». Seria agora importante encontrar a maioria necessária para esta resolução para além partidos subscritores”.
A Declaração para a protecção do Domingo foi lançada pelos parlamentares europeus Anna Záborská, Martin Kastler, Jean Louis Cottigny, Patrizia Toia, Konrad Szymański, de diferentes partidos políticos, a 2 de Fevereiro.
Os bispos da UE afirma que “a crise económica e financeira tornou-nos mais conscientes de que nem todos os aspectos da vida podem ser sujeitos a forças de mercado” e indicam que “homem e mulher, que trabalham ao Domingo, estão a ser colocados em desvantagem nas suas relações sociais: na família, no desenvolvimento e até a saúde estão comprovadamente afectadas”.
A COMECE sublinha ainda que o Domingo livre “faz parte da herança cultural da Europa e advém de uma longa tradição”.
“O Domingo livre de trabalho é um factor decisivo no equilíbrio entre o trabalho e a vida familiar. É de fundamental importância para as relações familiares, mas também para a vida social e cultural, salvaguardar uma das poucas ocasiões em que pais e crianças se podem encontrar”.
Segundo a lei da UE, o Domingo é um dia de descanso semanal para crianças e adolescentes. Por isto, segundo os bispos, “o respeito pelo Domingo tem o potencial de se tornar no pilar do modelo social europeu”.
O episcopado da UE alerta para o facto de a protecção do Domingo “estar a ser esquecida em alguns Estados membros, com o objectivo de aumentar a produção e o consumo. Os trabalhadores experimentaram a fragmentação das suas vidas privadas, enquanto que as pequenas e médias empresas, que não permitem horário ininterruptos, perderam terreno no mercado”.
A declaração, agora introduzida no Parlamento Europeu, apela aos Estados membros e às instituições da UE que “protejam o Domingo, como um dia de descanso, nas legislações nacionais e internacional, para reforçar a protecção dos trabalhadores em áreas como a saúde e a conciliação entre a vida profissional e familiar”.
Para que seja adoptada, é necessário que a Declaração seja assinada pela maioria dos membros do Parlamento Europeu, ou seja, 394 membros, antes de 7 de Maio de 2009.
O artigo 116, que se refere às regras de procedimento do Parlamento Europeu, estipula que uma Declaração Escrita seja um texto com no máximo 200 palavras e seja apresentada por no máximo cinco membros parlamentares, submetida a todos os membros durante um período de três meses.
Se a Declaração recolher a maioria das assinaturas, torna-se um acto oficial do Parlamento Europeu, sendo transmitida aos destinatários citados.
O texto original da proposta pode ser consultado Aqui

MEMBROS DA UNIÃO EUROPEIA QUEREM CONSAGRAR O DOMINGO

Membros da União Européia querem consagrar o domingo
Escrito por Perto Está em 12 fevereiro 2009, quinta-feira1 Comentário
O Secretariado da Comissão das Conferências Episcopais da União Européia (Comece), as Igrejas Alemãs protestantes e a Igreja da Inglaterra saudaram a iniciativa de vários membros do Parlamento Europeu, que solicitam o pronunciamento dos restantes membros sobre a declaração escrita acerca da “proteção do Domingo livre como pilar essencial do Modelo Social Europeu e como parte da herança cultural da Europa”. Num comunicado enviado à Agência Ecclesia, os bispos da UE indicam que tal declaração “pode constituir um importante compromisso para a ‘Europa social’. Seria agora importante encontrar a maioria necessária para essa resolução para além dos partidos subscritores”. A Declaração para a Proteção do Domingo foi lançada pelos parlamentares europeus Anna Záborská, Martin Kastler, Jean Louis Cottigny, Patrizia Toia, Konrad Szymański, de diferentes partidos políticos, no dia 2 de fevereiro.
Os bispos da UE afirmam que “a crise econômica e financeira nos tornou mais conscientes de que nem todos os aspectos da vida podem ser sujeitos a forças de mercado”, e indicam que “homem e mulher, que trabalham aos domingos, estão em desvantagem nas suas relações sociais: na família, no desenvolvimento e até a saúde estão comprovadamente afetados”. A Comece sublinha ainda que o domingo livre “faz parte da herança cultural da Europa e advém de uma longa tradição”.
“O domingo livre de trabalho é um fator decisivo no equilíbrio entre o trabalho e a vida familiar. É de fundamental importância para as relações familiares, mas também para a vida social e cultural, salvaguardar uma das poucas ocasiões em que pais e crianças se podem encontrar”.
Segundo a lei da UE, o domingo é um dia de descanso semanal para crianças e adolescentes. Por isso, segundo os bispos, “o respeito pelo domingo tem o potencial de se tornar no pilar do modelo social europeu”.
O episcopado da UE alerta para o fato de a proteção do domingo “estar sendo esquecida em alguns Estados membros, com o objetivo de aumentar a produção e o consumo. Os trabalhadores experimentaram a fragmentação das suas vidas privadas, enquanto as pequenas e médias empresas, que não permitem horários ininterruptos, perderam terreno no mercado”.
A declaração, agora introduzida no Parlamento Europeu, apela aos Estados membros e às instituições da UE que “protejam o domingo como um dia de descanso, nas legislações nacionais e internacional, para reforçar a proteção dos trabalhadores em áreas como a saúde e a conciliação entre a vida profissional e familiar”.
Para que seja adotada, é necessário que a Declaração seja assinada pela maioria dos membros do Parlamento Europeu, ou seja, 394 membros, antes de 7 de maio de 2009.
O artigo 116, que se refere às regras de procedimento do Parlamento Europeu, estipula que uma Declaração Escrita seja um texto com no máximo 200 palavras e seja apresentada por no máximo cinco membros parlamentares, submetida a todos os membros durante um período de três meses.
Se a Declaração recolher a maioria das assinaturas, torna-se um ato oficial do Parlamento Europeu, sendo transmitida aos destinatários citados.
O texto original da proposta pode ser consultado aqui.
(Agência Ecclesia)
Nota: as crises econômica e ambiental têm se mostrado terreno fértil para a aprovação de leis que, de início, parecem representar a “salvação” do planeta. O perigo está no coletivismo, na formação de um consenso global que acabará por até mesmo hostilizar os que por motivo de consciência e convicção se opuserem a essa unificação de pensamento e procedimentos. Note que o fortalecimento da propaganda darwinista e o apoio católico à teoria da evolução também contribuem para o esquecimento do sábado como memorial bíblico da Criação e o estabelecimento do domingo como falso dia de descanso. Para os religiosos darwinistas, nunca é demais lembrar: Jesus era criacionista, afinal, Ele se referiu a Adão e Eva e ao Dilúvio como personagens e eventos históricos. Ele também estava “embrutecido”, como escreveu Petry? Estava enganado por interpretar como históricos eventos que seriam alegóricos, como diz o Vaticano? Nessa história toda, continuo ao lado de Jesus.[MB]
Conforme escreveu Ellen White: “As calamidades em terra e mar, as condições sociais agitadas, os rumores de guerra, são portentosos. Prenunciam a proximidade de acontecimentos da maior importância. As forças do mal estão-se arregimentando e consolidando-se. Elas se estão robustecendo para a última grande crise. Grandes mudanças estão prestes a operar-se no mundo, e os acontecimentos finais serão rápidos” (Eventos Finais, p. 11).

PARLAMENTO EUROPEU E O DOMINGO

Parlamento Europeu quer tornar o domingo um dia de descanso como preza a palavra de Deus
Arquivado em: 008. Notícias — caducn at 9:45 am on sexta-feira, fevereiro 27, 2009
O Secretariado da Comissão de Conferências Episcopais da União Europeia (COMECE), as Igrejas Protestantes e a Igreja Anglicana elogiaram a decisão de cinco membros do Parlamento Europeu que apoiarão a iniciativa lançada por numerosos episcopados para solicitar o pronunciamento do Parlamento sobre a declaração escrita acerca da “proteção do domingo como pilar essencial da herança e do modelo social europeu”.
Em um comunicado publicado em dias passados, os bispos da União Européia indicaram que a Declaração para a Proteção do Domingo “pode constituir um importante compromisso frente à Europa Social”.
No documento, que foi lançado pelos parlamentares europeus Anna Záborska, Martin Kastler, Jean Louis Cottigny, Patrizia Toia e Konrad Szymanski, em 2 de fevereiro passado, os bispos da União Européia afirmam que “a atual crise econômica e financeira tornou ainda mais evidente que nem todos os aspectos da vida humana podem estar sujeitos às leis do mercado”.
O texto indica que o trabalho dominical coloca quem o realiza em uma situação de desvantagem social: da vida familiar até as condições de saúde.
“O domingo livre é um fator decisivo no equilíbrio entre o trabalho e a vida familiar. É de fundamental importância para as relações familiares, mas também para a vida social e cultural”. Segundo as escolas da União Européia, o domingo é o dia do descanso semanal para as crianças e para os adolescentes, pelo que os bispos asseguraram que é necessário respeitá-lo também para os pais, para que possam estar com sua família. Neste sentido, o episcopado da União Européia alerta que é necessário proteger o domingo e deixar de lado os objetivos que procuram unicamente aumentar a produção e o consumo.
Para que a declaração seja aceita, é necessário que seja assinada pela maioria dos membros do Parlamento Europeu, ou seja, 394 membros, antes do próximo dia 7 de maio.
Comentário: Mais uma vez as pessoas se rendem a lei de Deus. Ter um dia de descanso para que as pessoas possam se refazer da jornada de trabalho e conviver com os seus familiares, já era algo previsto desde sempre pela Lei de Deus. Até os sacerdotes que trabalham exaustivamente nos domingos, tem a segunda feira como dia de descanso. Como seria bom se algo do tipo chegasse ao Brasil. Aqui nos domingos, tudo funciona como se fosse um dia de semana. Já não se dedica mais os domingos para o Senhor e para a família. É preciso repensar tudo isso…
Dominus Vobiscum

A UNIÃO EUROPEIA E A OBSERVÂNCIA DO DOMINGO

A Igreja Católica pretende que a observância do domingo seja inserida como parte das leis da União Europeia (UE). O Parlamento Europeu está debatendo as alterações a serem efetuados nas suas diretrizes sobre a jornada de trabalho. O Vaticano quer incluir uma cláusula em que esta lei obriga todos os cidadãos da União Europeia a descansar no domingo.A Lei Diretiva sobre Tempo de Trabalho (EU Woring Time Directive), é um documento legislativo horrivelmente socialista, que presentemente declara como ilegal aos trabalhadores da UE laborarem mais de 48 horas semanais, com algumas exceções. Os trabalhadores do Reino Unido (Inglaterra) podem optar a não se sujeitarem nestas previsões.
A lei se encontra em fase de revisão. Durante sua segunda leitura, em Outubro, sete Membros do Parlamento Europeu (Veja o Independent Catholic News) entabularam uma emenda que dizendo que o período mínimo de descanso “deve em princípio incluir o domingo". A Comissão da Conferência de Bispos da Comunidade Européia (COMECE por sua sigla en Inglês), cuja sede está em Bruxelas, concorda, recomendando que a directriz laboral deve dizer “o descanso semanal mínimo deve incluir o domingo”. [Veja a notícia no Servizio Informazione Religiosa (SIR) ]A emenda declarava que “as probabilidades de adoecer-se nas empresas que requerem a seus empregados trabalhar aos domingos é maior que nas companhias que não requerem a seus empregados trabalhar aos domingos. A saúde dos trabalhadores depende, entre outros fatores, de suas oportunidades de balancear o trabalho e a vida familiar, estabelecer e manter laços sociais e atender a suas necessidades espirituais. O domingo, como dia tradicional de descanso semanal, contribui para estes objetivos mais que qualquer outro dia da semana.”A emenda nunca foi levada a votação, gerando crítica dos Bispos Católicos por toda Europa. Piotr Mazurkiewicz, secretário geral da COMECE, estava exasperado [Leia a noticia em The Parliament]. A proteção ao domingo, disse, “é pedra angular do modelo social europeu e um assunto de importância central para os obreiros e suas famílias.”A lei referente às Diretrizes Sobre Jornada Laboral será discutida novamente em Dezembro [2008], e os Bispos Católicos da Europa querem que este assunto seja considerado.O papa tem sido um forte defensor do reavivamento da observância do domingo. “Sem o domingo [descanso e adoração] não podemos viver!" declarou o Papa Bento XVI em uma missa em 9 de Setembro do ano passado, declarando que o domingo é uma “necessidade” para todo o mundo”. [Veja o artigo El Descanso Dominical una "Necesidad" para Todos].A perspectiva de um governo Europeu tão poderoso que possa declarar um dia específico como dia de repouso é algo que dá medo. Isto resultaria em uma UE disposta e com o poder para estabelecer mudanças no estilo de vida de seus súditos, gostem eles ou não. Resultaria em uma Europa que estabeleceria uma religião estatal no Catolicismo. O estabelecimento do descanso dominical seria a marca de um poderoso superpoder europeu aliado com o Vaticano. Fonte - The Trumpet
Nota DDP:
Gostaria apenas de fazer uma ressalva, uma vez que o texto, para os que entendem um pouco de profecia, é auto-explicativo: Este artigo não é de lavra de adventistas do sétimo dia, muito embora quem o elaborou seja uma igreja sabatista ("Philadelphia Church of God").
Realizada esta ressalva e, a de que eles estão com medo de um domínio romano sendo imposto a partir do local errado (a UE quando o foco deveriam ser os EUA), temos uma nuance muito clara, até mesmo pelas fontes que embasam o artigo, que outros grupos começam a perceber as realidades que se descotinam.
No mais, por repetir algo já postado neste espaço, reiteramos mais uma vez a notícia que embasa todo este artigo, "Crise financeira é consequência de uma crise de valores".

3 de abril de 2009

TERCEIRO SEGREDO DE FÁTIMA VÊ UM PAPA CAMBALEANTE

O site católico MONTFORT. Site que tem como finalidade a "DEFESA DA FÉ" , reconhece Bento XVI, um Papa cambaleante, dá uma no cravo e outra na ferradura.

"O caso da ordenação do ex pastor anglicano, casado e pai de dois filhos, propagandisticamente, favorece os inimigos do celibato. E isso é bem ruim.
Haveria ainda outros pontos a examinar, como por exemplo, o precedente dos ritos católicos orientais cujos padres podem se casar. Haveria que analisar ainda a possível vantagem de atrair para a Igreja Católica um grosso contingente de anglicanos revoltados pela escandalosa permissão de sagração de um homossexual declarado como Bispo anglicano, pela ordenação de mulheres, pela aprovação do aborto pela cúpula anglicana, afundando cada vez mais o anglicanismo no abismo da heresia e das capitulações imorais.
Não creio que São Pio X permitisse a ordenação desse anglicano casado, exatamente pelo fato de isso acontecer num clima de favorecimento aos que querem destruir o celibato.
Mas Bento XVI não é São Pio X. É um Papa que na juventude teve formação modernista, e durante quase toda a vida defendeu o Vaticano II. Isso é como chumbo em seus pés, que o faz caminhar vacilante e cambaleante numa direção que desagrada aos modernistas radicais.
Ora, na visão do Terceiro Segredo de Fátima aparece exatamente um Papa caminhando vacilante e cambaleante em direção a uma montanha encimada pela Cruz, em direção a um Calvário...
Visão semelhante teve Dom Bosco no sonho da procissão de um papa que retorna a Roma, e no sonho da batalha no mar, no qual um Papa reconduz a nave da Igreja para a Hóstia Consagrada -- para a Missa -- e para Nossa Senhora.
Será Bento XVI o Papa do retorno vacilante e cambaleante? "
(ver site)