"'O tempo é chegado', dizia Ele. 'O Reino de Deus está próximo. Arrependam-se e creiam nas boas novas!'" (Marcos 1:15 NVI). O arrependimento associa-se à fé, que por sua vez é solicitada para se obter a salvação(a). O arrependimento é descrito como uma tristeza pelo pecado, que prepara o coração para aceitar a Cristo como único salvador; única esperança de perdão (II Coríntios 7:10).
![]()
O primeiro passo na reconciliação com Deus é a convicção de pecado. E 'pecado é o quebrantamento da lei'. 'Pela lei vem o conhecimento do pecado' (I João 3:4; Romanos 3:20; Romanos 7:7). Unicamente o evangelho de Cristo pode livrar o homem da condenação ou contaminação do pecado. O pecador deve exercer o arrependimento em relação a Deus, cuja lei transgrediu, e fé no sacrifício expiatório de Cristo. Assim, obtém a 'remissão dos pecados passados', e se torna participante da natureza divina.2
Mas, embora Deus possa ser justo e ao mesmo tempo justificar o pecador, pelos méritos de Jesus, homem algum pode cobrir sua alma com as vestes da justiça de Cristo, enquanto comete pecados conhecidos, ou negligencia conhecidos deveres. Deus requer a completa entrega do coração, antes que possa ocorrer a justificação; e para que o homem conserve essa justificação, tem de haver obediência contínua, mediante ativa e viva fé que opera por amor. A fim de que o homem seja justificado pela fé, esta tem de chegar ao ponto em que controle(c) as afeições e impulsos do coração. (...)
A fé é a condição sob a qual Deus promete perdão aos pecadores; não que exista na fé qualquer virtude pela qual se mereça a salvação, mas porque a fé pode prevalecer-se dos méritos de Cristo. A pessoa arrependida reconhece que sua justificação vem porque Cristo morreu por ele; porque Cristo é a sua expiação e justiça.
Justiça é obediência à lei (Romanos 2:13). A lei requer justiça, e o pecador além de ser devedor de justiça à lei, é incapaz de apresentá-la por si mesmo. A única maneira em que pode alcançar a justiça é pela fé. Pela fé pode ele apresentar a Deus os méritos de Cristo, e o Senhor lança a obediência de Seu Filho a crédito do pecador. A justiça de Cristo é aceita em lugar do fracasso do homem, e Deus recebe, perdoa, justifica a pessoa arrependida, trata-a como se fosse justa, e ama-a tal qual ama Seu Filho (Tito 3:4-7). Assim é que a fé é imputada como justiça.
![]()
Muitos estão a perder o caminho certo, por pensarem que podem alcançar o Céu ao fazer algo para merecer o favor de Deus. Procuram tornar-se melhores por seus próprios esforços. Isso jamais conseguirão realizar. Cristo abriu caminho morrendo como nosso sacrifício, vivendo como nosso exemplo, tornando-Se nosso grande sumo sacerdote. Diz Ele: "Eu sou o caminho, e a verdade e a vida." (João 14:6). Se por qualquer esforço próprio pudéssemos subir um único degrau na escada, as palavras de Cristo não seriam verdadeiras.
Quando o pecador penitente, contrito diante de Deus, discerne a expiação de Cristo em seu favor e aceita essa expiação como sua única esperança nesta vida e na vida futura, seus pecados são perdoados. Isso é justificação pela fé. Toda pessoa deve submeter sua vontade inteiramente à vontade de Deus e manter-se num estado de arrependimento e contrição, exercendo fé nos méritos expiadores do Redentor e avançando de força em força, e de glória em glória.
Perdão e justificação são uma só e a mesma coisa. Pela fé, o pecador passa da posição de rebelde, de filho do pecado e de Satanás, para a posição de súdito leal de Cristo Jesus, não por causa de alguma bondade inerente, mas porque Cristo o recebe como Seu filho, por adoção (Romanos 8:15). (...) O pecador pode errar, mas ele não é rejeitado sem misericórdia(d). Sua única esperança, porém, é arrependimento para com Deus e fé no Senhor Jesus Cristo. A prerrogativa do Pai é perdoar nossas transgressões e pecados, porque Cristo tomou sobre Si a nossa culpa e nos absolveu, imputando-nos Sua própria justiça (cf. Apocalipse 22:14). Seu sacrifício satisfaz plenamente as reivindicações da justiça (cf. Isaías capítulo 53).
Justificação é o contrário de condenação. A infinita misericórdia de Deus é manifestada para os que são completamente indignos. Ele perdoa as transgressões, os pecados por amor de Jesus, o qual Se tornou a propiciação pelos nossos pecados. Pela fé em Cristo, o transgressor culpado é conduzido ao favor de Deus e à forte esperança da vida eterna.
Texto extraído de: WHITE, E. G. Fé e Obras, São Paulo: CPB, cap. 14-15, p. 99-104.
Vídeos relacionados: A Lei e a Graça; Cremos na Graça
a. Acesse: Perdão e Salvação
b. Referência a Mateus 3:17.
c. Esse controle não provém da natureza pecaminosa do homem, ele origina-se graça de Cristo. Trata-se de uma ajuda sobrenatural que direciona a mente humana nos ensinos e nas qualidades de Deus e, por consequência, elimina o antigo caráter pecaminoso. É através da graça que o pecador consegue discernir o pecado e, pela fé, luta diariamente para bani-lo de sua vida. A fé é aperfeiçoada sob essas circunstâncias (cf. Tiago capitulo 2).
d. Acesse: Misericórdia Infinita, Paciência Limitada
1. WHITE, E. G. No Deserto da Tentação, São Paulo: CPB, cap. 8, p. 36.
2. WHITE, E. G. Grande Conflito, O; São Paulo: CPB, sec. III, cap. 27, p. 467-468.
3. WHITE, E. G. Fé e Obras, São Paulo: CPB, cap. II, p. 30.
4. WHITE, E. G. Atos dos Apóstolos, São Paulo: CPB, sec. V, cap. 52, p. 532.
|
14 de outubro de 2012
CRISTO JUSTIÇA NOSSA
12 de outubro de 2012
O Conhecimento dos Cristãos Aumentou sobre Daniel 11:40-45
Há 7 anos atrás, um dos escritores do Blog Adventismo em Foco deixou claro na Internet que Daniel 11:40-45 se tratava da última grande guerra que a humanidade veria antes da segunda vinda. Nenhum livro adventista oficial tratava dessa guerra. Eles tratavam Daniel 11:40-45 como se desenrolando por volta da Revolução Francesa, o que era até sensato para quem ouviu a pregação no século 19, mas absurdo para quem vive no século 21.
A disputa Estados Unidos – Iraque que veio se desenrolando desde os anos 1970 e culminou com a Guerra do Golfo (1991) não havia conseguido abrir os olhos dos adeptos da religião adventista. A razão é que seus escritores se concentraram na queda da URSS e como isso colocava os Estados Unidos na posição de única super-potencia do mundo – um evento histórico que confirmava as profecias de Ellen White e a interpretação profética de Apocalipse 13:11.
Mas as profecias são concatenadas. Se as potências do passado (Babilônia, Pérsia, Grécia, Roma, Inglaterra) estenderam suas mãos sobre o Oriente Médio, o mesmo ocorreria com os Estados Unidos que também entrariam no ‘centro do mundo’. Não pela simples lógica, mas porque a Bíblia o previu no final do capítulo 11 do Livro de Daniel.
Os adventistas – mestres do conhecimento apocaliptico que possuem o dever sagrado de ensinar outros cristãos sob pena de até receberem a perdição eterna – não tiveram tempo de atualizarem seus livros sobre as nuances de Daniel 11:40-45. A história foi mais rápida: Invasão do Kuwait (1991), Afeganistão (2001), Iraque (2003) e Líbia por via aérea (2011). O cerco sobre o oriente médio está se fechando. Grupos cristãos não adventistas perceberam a importância profética, embora não saibam os detalhes de onde essa guerra levará: marca da besta, 7 pragas, guerra civil contra os cristãos, segunda vinda.
Exemplo de vídeo evangélico:
Ok, sabemos que os evangélicos estão errados sobre muitos detalhes, mas a BASE da profecia cristã está ali, embora misturada com feno e palha humana (ficção). (Ver I Co 3:12-13).
Vários sites adventistas estão começando a perceber o desenrolar de Daniel 11:40-45. Um deles é o MINUTO PROFÉTICO em recente postagem.
Há 7 anos atrás poucos prestaram atenção em nossa postagem porque não estamos sentados no “trono de Pedro”, nem somos bispos de nenhuma cidade e nem o presidente mundial da Igreja verdadeira. Mas temos o ESPÍRITO que vem de Deus, como todos os cristãos possuem, e somos aptos para discernir os sinais dos tempos. Hoje, o Espírito mostrou a verdade para grupos evangélicos inteiros e muitos adventistas do sétimo dia.
Não estamos ensinando que a Crise na Líbia leva para o fim do mundo em 6 meses, ou 2 anos como alguns grupos fanáticos o fazem. Há 7 anos atrás notamos que Daniel 11:40-45 estava ‘em processo de desenvolvimento’ e não estava nem um pouco cumprido. O quebra cabeças estava sendo montado. Hoje, notamos que pelo menos METADE do quebra cabeça já está montado a ponto que muitos cristãos percebem as referências e desfazem os símbolos em poucos minutos. Quando o quebra cabeça, ou seja, o jogo político que os 5 versos de ouro descrevem estiver funcionando, então em poucos meses todos os versos se cumprirão de uma só vez. O resumo dos eventos é mais ou menos o seguinte:
1- Daniel 7:40-45 – Invasão do Egito e Israel e outros lugares não identificados com apoio Líbio e Etiope. “Muita gente vai morrer”.
2- Chuva Serôdia – Provavelmente cai aqui porque onde abunda os problemas, superabunda a graça. Pode ser que caia antes de iniciar a guerra, uns 6 meses antes e prossiga com ela.
3- Final da Graça. Fim do Perdão ‘eterno’. verso 45.
4- Queda das 7 Pragas (1 ano)
5- Guerra Civil durante a Queda das Pragas. “mundo contra o advento”. Lúcifer transformado em Cristo.
6- Terremoto Mundial. Vozes sobrenaturais (7 trovões).
7- Alguns dias depois, A SEGUNDA VINDA.
O Conhecimento dos Cristãos Aumentou sobre Daniel 11:40-45 PARTE 2

Publicaremos aqui o bom resumo profético de Daniel 11:40-45 feito pelo blog MINUTO PROFÉTICO:
De acordo com a visão historicista de interpretação profética, Daniel 11 é um paralelo de Daniel 8 e 9. Daniel 11 começa à época em que a Medo-Pérsia dominava o mundo (v. 1, 2), passando depois pela Grécia (v. 3 – Alexandre O Grande; v. 4 – Os quatro generais de Alexandre), inclusive, dando destaque aos reinos Selêucida e Ptolomaico (v. 5-13): “Os termos ‘rei do norte’ e ‘rei do sul’ aparecem frequentemente em Daniel 11. Eles designam, inicialmente, as pessoas que controlavam a Síria [Selêucidas] e o Egito [Ptolomeus], países que ficavam ao norte e ao sul de Jerusalém, respectivamente”. (C. Mervyn Maxwell, Uma Nova Era Segundo as Profecias de Daniel, p. 299).
“A história do período que se seguiu [Daniel 11:5-45] é em grande parte uma luta pela posse da Palestina. Os Ptolomeus possuíram o país na primeira parte do período, com os Selêucidas que se esforçaram para tomá-la, e depois que Antíoco o grande se apossou dela, os Ptolomeus efetuaram um desesperado esforço para recuperar o domínio. Mais tarde a Palestina caiu sob o domínio de Roma…” (Edwin R. Thiele, Daniel – Estudos Esboçados, p. 116).
A partir do verso 14 entram em cena os romanos: “Os dados à violência”, ou “roubadores”, que “se levantarão para cumprirem a visão” (referência à profecia das Setenta Semanas – 9:24-27). O verso 16 marca a conquista da Palestina (terra gloriosa) pelos romanos. E, então, a partir do verso 21 o rei do Norte passa a ser Roma Papal – “o homem vil”, cujas Cruzadas foram profetizadas nos versos 25-30.
Em seguida, há uma mudança no foco (a partir v. 31): “O poder papal não se envolveria somente em guerras de espada, mas também em guerras do espírito. Não apenas se lançaria contra os corpos dos homens, mas também contra as suas almas. Não só combateria contra homens, mas também contra Deus, mediante o estabelecimento de um sistema falso de salvação em lugar do sistema de Cristo”. (Edwin R. Thiele, Daniel – Estudos Esboçados, p. 131). Observe o paralelismo entre o “homem vil” (rei do norte) de Daniel 11 e o chifre pequeno de Daniel 8:

Antes de prosseguirmos, seria bom esclarecer porque não concordamos com o estudo (muito popular, por sinal, entre os evangélicos) que estabelece Antíoco Epifânio como protagonista dos versos 21-39. Dentre outros argumentos, podemos citar dois:
Primeiro: O “príncipe da aliança” (v.22) – A palavra hebraica para “príncipe” neste verso não é a palavra comum Sar (podendo-se aplicar a qualquer um que tivesse tal título), e sim Nagid, bem mais rara e semelhante àquela usada para o “príncipe que fará firme aliança com muitos” (9:24-27), o que, nestes casos, são uma referência a Jesus Cristo – O Messias.
Segundo: A “abominação desoladora” estabelecida pelo “homem vil” (v.31) – Jesus indicou em Mateus 24:15 que, em Seus dias, representava ainda alguma coisa futura, ou seja, tal profecia veio a se cumprir apenas posteriormente e em duas fases: quando os soldados romanos profanaram o templo de Jerusalém, por ocasião da sua destruição no ano 70 d.C., e quando, mais tarde, os ensinamentos espirituais da Igreja Romana e sua prática sacerdotal profanaram o ministério de Cristo no santuário celestial. (C. Mervyn Maxwell, Uma Nova Era Segundo as Profecias de Daniel, p. 295, 257).
A maior parte deste capítulo já se cumpriu (até v. 39). Restando apenas os versos 40-45. De acordo com a Nova Versão king James (NVKJ), o v. 40 diz:
“No tempo do fim o rei do sul o atacará; e o rei do norte virá contra ele como um redemoinho, com carros, cavaleiros, e muitos navios; e ele entrará em suas terras, esmagará e passará”.
O tempo do fim começou em 1798. Por isso, os últimos versos de Daniel 11 devem alcançar seu cumprimento depois deste ano. Uma leitura atenta destes versos indica tratar-se de uma profecia sobre uma guerra de grande envergadura localizada no norte da África e no Oriente Médio (note a referência à “terra gloriosa” – v. 41). Uma guerra com essa descrição ainda não ocorreu, portanto, está no futuro.
A profecia aponta o início desta guerra quando o rei do sul atacar o rei do norte. Acreditamos que o rei do norte continua sendo a Igreja Romana. Porém, um esclarecimento torna-se necessário: como e por que a Igreja Romana se envolveria em uma guerra no Oriente Médio, sendo que não possui mais os exércitos das Cruzadas?
Na verdade, apenas houve uma mudança na estratégia de Roma após 1798. Com o aprisionamento do papa Pio VI pelas tropas de Napoleão, o surgimento dos EUA como país defensor da liberdade civil e religiosa, e a adesão de vários países aos ideais liberais de governos democráticos, Roma precisou mudar sua estratégia. A partir do século XIX, Roma passaria a usar uma estratégia mais camuflada, infiltrando seus agentes (jesuítas, cavaleiros de Malta, cavaleiros de Colombo, Opus Dei e outras ordens religiosas ou militares leais, sobretudo, ao Vaticano) em quase todos os países ao redor do mundo.
O objetivo desta infiltração seria assumir posições de influência nos campos da política, da economia, da educação, da justiça, da mídia e das forças armadas, manipulando e influenciando os acontecimentos e os governos a fim de destruir a liberdade civil e religiosa dos países (especialmente dos EUA), e trabalhar para restaurar o poder temporal do Papa. Um dos métodos preferidos por Roma para alcançar esse fim, é instigar guerras e revoluções nos países. Uma década antes da 1ª Guerra Mundial, um pensador e escritor francês já alertava:
“Se a guerra começar, ouçam vocês, homens que pensam que a Igreja Romana é o símbolo da ordem e da paz: Não procurem a culpa fora do Vaticano, pois ele será o provocador oculto, à semelhança da guerra de 1870″. (Yves Guyot, Le Bilan Social et Politique de l’Église, p.139, 1901. Citado em A História Secreta dos Jesuítas, p. 172).
Portanto, a Igreja Romana aprendeu muito bem a arte de agir por trás dos bastidores, longe dos holofotes, no palco dos acontecimentos mundiais. Ao mesmo tempo em que parece um cordeiro, na verdade, por trás dos bastidores, age como um dragão. Caso tenha interesse em aprofundar este assunto, você poderá ler as seguintes fontes:
Edmond Paris, A História Secreta dos Jesuítas.
Bill Hughes, Los Terroristas Secretos.
Charles Chiniquy, Cincuenta Años en la Iglesia de Roma.
Avro Manhattan, El Vaticano en la Política Mundial.
Avro Manhattan, O Holocausto do Vaticano.
Eric Jon Phelps, Vatican Assassins.
P. D. Stuart, Codeword Barbêlôn – Danger in the Vatican.
Bill Hughes, Los Terroristas Secretos.
Charles Chiniquy, Cincuenta Años en la Iglesia de Roma.
Avro Manhattan, El Vaticano en la Política Mundial.
Avro Manhattan, O Holocausto do Vaticano.
Eric Jon Phelps, Vatican Assassins.
P. D. Stuart, Codeword Barbêlôn – Danger in the Vatican.
Em relação ao por que Roma estaria interessada no Oriente Médio, a resposta está no verso 45: “Armará as suas tendas palacianas entre os mares e o glorioso monte santo” (NVKJ). O grande desejo de Roma é transferir seu trono para Jerusalém, e governar o mundo a partir desta cidade! (Eric J. Phelps – veja subtítulo “El General Jesuíta 2″).
Logo, quando a profecia afirma que o rei do sul fará um ataque ao rei do norte, podemos entender que esse ataque poderá acontecer em Roma, ou em qualquer outra capital ou grande cidade dos países ocidentais (membros da OTAN), uma vez que os EUA e esses outros países do ocidente atualmente são marionetes e trabalham (inconscientemente ou não) para os interesses de Roma. Esse ataque poderá ser em terra, mar ou no ar. Quando isso acontecer, os países ocidentais atacarão com toda sua força o norte da África e o Oriente Médio.
Embora isso pareça algo inconcebível, os acontecimentos atuais demonstram que esse plano está cada vez mais perto de tornar-se realidade…
As forças do Ocidente manipuladas pelo rei do norte entrarão também na “terra gloriosa” (Palestina): “Ele entrará também na Terra Gloriosa, e muitas nações serão derrubadas; mas estes escaparão das suas mãos: Edom, Moabe, e os líderes de Amom” (v. 41 – NVKJ). Atualmente os países que ocupam os territórios onde antigamente ficavam Edom, Moabe e Amom, são a Arábia Saudita e a Jordânia. Tudo indica que eles não participarão desta guerra no Oriente Médio.
“Ele estenderá sua mão contra as nações, e a terra do Egito não escapará” (v. 42 – NVKJ). Para que essa profecia se cumprisse o governo do Egito, em tese, não poderia ser aliado do ocidente. Isso explica a recente queda de Hosni Mubarak, deflagrada por protestos sociais no Egito.
“Ele apoderar-se-á dos tesouros de ouro e prata, e de todas as coisas preciosas do Egito; também os Líbios e os Etíopes o seguirão” (v. 43 – NVKJ). A invasão ao Egito pode ocorrer por razões diversas: por exemplo, caso um governo hostil ao ocidente seja eleito, ou até mesmo sob a alegação de preservar as riquezas culturais do Egito para a humanidade caso a luta pelo poder entre os vários segmentos da sociedade acabem gerando uma instabilidade social permanente. Da mesma forma, para que os Líbios apóiem uma futura invasão do ocidente ao Egito, seria necessário derrubar Muammar Kadafi, já que a diplomacia e o dinheiro não foram suficientes para torná-lo um aliado, além do fato de que sua liderança tenha sido sempre um problema às pretensões de poder mundial do Vaticano. Os etíopes mencionados neste verso, na verdade, vivem hoje, no norte do Sudão. O que também explica o atual plano do Ocidente de dividir e enfraquecer este país.
“Mas notícias do leste e do norte o perturbarão; portanto, ele sairá com grande fúria para destruir e aniquilar muitos” (v. 44 – NVKJ). Sem dúvida, tamanha investida geoestratégica do Ocidente não poderia deixar caladas outras duas potências regionais: a China (leste) e a Rússia (norte). Sentindo-se ameaçadas, elas protestarão, não só com palavras, mas com ações. A parceria estratégica entre estes dois gigantes regionais já é uma realidade por causa da Organização de Cooperação de Xanghai. Inclusive, até já realizaram exercícios militares em conjunto.
“Nesse tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo, e haverá tempo de angústia qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas, naquele tempo, será salvo o teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro” (Dn 12:1). Aqui é profetizado o fechamento da porta da graça, quando Cristo Se levantará no santuário celestial após terminar o juízo pré-advento (1ª fase do juízo) iniciada em 1844, e tirará Suas vestes sacerdotais indicando o fim da intercessão em favor da humanidade. Todo aquele que tiver confessado todos seus pecados e, pelo poder de Deus, estiver vivendo em harmonia com a luz recebida, terá seu nome inscrito no Livro da Vida e será salvo quando Cristo voltar.
“E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras”. (Ap 22:12).
Quem viver, verá…
10 de outubro de 2012
A Marca da Besta
Um número tatuado, um chip sob a pele, ou algo mais subtil?
Esta é uma das profecias mais mal interpretadas em toda a Bíblia – no entanto,
é muito importante compreender corretamente o assunto. Neste estudo sobre a
marca da besta, devemos tratar de algumas questões muito sensíveis, citando
nomes e sendo específicos. Isto não é uma coisa popular hoje, mas temos de ser
firmes, porque Deus ama o Seu povo e Ele quer que eles saibam a verdade. Esta
mensagem não é nossa, mas de Jesus. E com a morte eterna frente aqueles que
recebem a marca, seria um crime não ajudá-Lo a entregar esta mensagem. Esta
lição deve provavelmente ser precedida por um aviso: “O DIABO NÃO QUER QUE VOCÊ
COMPLETE A LEITURA DESTE GUIA DE ESTUDO”. Por favor, leia Apocalipse 13:1-8,
14:9-12, e 16-18, e ore para que o Espírito Santo lhe conceda um coração
honesto e compreensivo antes de embarcar neste estudo.
Um lembrete urgente
(Clicar) Aprendemos que um terrível conflitoestá em curso entre Deus e o diabo. Ele tem-se intensificado ao longo dos
séculos desde que Lúcifer, o anjo mais poderoso do céu, se rebelou contra Deus.
Com os anjos que se juntaram a ele, ele tentou superar Deus e assumir o controlo
do universo. Deus e os anjos leais, não tiveram escolha senão ejectar Lúcifer e
seus anjos do céu. Lúcifer, que ficou conhecido como o Diabo e Satanás, ficou
furioso. Sua determinação de destruir a Deus e controlar o universo tem
crescido a cada ano que passa. Surpreendentemente, ele ganhou o apoio da vasta
maioria da população da Terra em sua rebelião. O Senhor também pede lealdade e
o apoio dos povos, mas deixa todos livres para escolher. Logo, cada pessoa na
Terra estará alinhada ou com Satanás ou com Deus. A batalha final entre Satanás
e Deus está bem à frente, e é descrita no livro do Apocalipse. Este livro
aponta que Deus tem um emblema ou marca, que irá identificar o seu povo.
Satanás também tem um símbolo, ou marca, que irá identificar aqueles que o apoiam.
Como de costume, Satanás trabalhará por meio de um poder terrestre (simbolizado
em Apocalipse por um animal) para impor sua marca. Este Guia de Estudo revela a
marca da besta, que cada pessoa perdida irá receber. A menos que você saiba o
que essa “marca” é, como você poderá evitar de recebê-la?
1. A fim de saber o que a é “marca”, primeiramente temos de
identificar a besta. Como a Bíblia descreve a besta?
R: Apocalipse 13:1-8, 16-18 apresenta 11 características de
identificação. Elas estão listados abaixo:
A. Sobe do mar (versículo 1).
B. Composta dos quatro animais de Daniel, capítulo 7 (vers.
2).
C. O dragão lhe dá o poder e a autoridade (vers. 2).
D. Recebe uma ferida mortal (verso 3).
E. A ferida mortal é curada (v. 3).
F. É um poder político forte (versículos 3, 7).
G. É um forte poder religioso (versículos 3, 8).
H. É culpada de blasfémia (versículos 1, 5, 6).
I. Faz guerra aos santos e os vence (v. 7).
J. Tem autoridade por 42 meses (versículo 5).
K. Tem um misterioso número – 666 (versículo 18).
Será que alguns desses pontos têm uma ligação familiar?
Certamente! Encontramos muitos deles antes, quando estudamos sobre o Anticristo
em Daniel, capítulo 7. A “besta” de Apocalipse 13 é simplesmente outro nome
para o “Anticristo”, que aprendemos em Daniel 7 que é o papado. As Profecias de
Daniel e Apocalipse muitas vezes cobrem o mesmo terreno de profecias
anteriores, mas cada vez são adicionados novos recursos que ajudam a aclarar
certas profecias. Então, esperamos aprender algumas coisas novas a respeito do
Anticristo a partir deste Guia de Estudo. Agora vamos examinar, um a um, os 11
pontos que descrevem a besta.
A. Subiria do mar (Apocalipse 13:1).
O mar (ou água) em profecia refere-se às pessoas, ou a uma
área povoada (Apocalipse 17:15). Então a besta, ou anticristo, iria surgir, no
meio das nações estabelecidas do mundo então conhecido. O papado, como todos
sabemos, surgiu na Europa Ocidental, assim ele se encaixa neste ponto.
Uma palavra de explicação
Em harmonia com a ordem de Deus para honrar todas as pessoas
(1 Ped. 2:17), fazemos aqui uma pausa para reconhecer o papado por suas muito
boas ações e atividades. Seus hospitais, orfanatos, assistência a lares pobres,
à mães solteiras e cuidados aos idosos são apreciados universalmente. A igreja
Católica pode, honestamente, ser elogiada por muitas coisas. Mas, como todas as
outras organizações, ela também cometeu erros. Deus aponta alguns de seus erros
no Apocalipse. O Senhor, que abençoa e conforta, por vezes têm de punir e
corrigir. Por favor, peça a Seu Espírito para falar com você ao estudar este
tema crucial.
B. Seria um composto de quatro animais de Daniel, capítulo 7
(Apocalipse 13:2).
Estude a comparação abaixo para ver como tudo se encaixa:
As quatro bestas de Daniel 7 são descritas como parte do
Anticristo, ou a besta, porque o papado incorpora crenças e práticas pagãs de
todos os quatro impérios. A Igreja Católica vestiu essas crenças com trajes
espirituais e as espalhou ao mundo como se fossem ensinamentos cristãos. Aqui
está uma das muitas declarações de apoio histórico:
“Em certo sentido, ele [o papado] copiou sua organização do
Império Romano, tendo preservado e tornado fecundas as intuições filosóficas de
Sócrates, Platão e Aristóteles, emprestadas de ambos os bárbaros e do Império
Romano Bizantino, mas permanecendo sempre o mesmo, completamente digerindo
todos os elementos advindos de fontes externas.” [1]
Este ponto definitivamente se encaixa ao papado.
C. O animal deve receber o poder, sede (capital), e a
autoridade do dragão (Apocalipse 13:2). O Rei Herodes tentou “devorar”, ou
matar, Jesus ao nascer. Para identificar o dragão, (Clicar) vamos ao Apocalipse,capítulo 12, onde a igreja de Deus do fim dos tempos é retratada como uma mulherpura. Em profecia, uma mulher pura representa o verdadeiro povo ou igreja de
Deus (Jeremias 06:02, Isaías 51:16). Vamos apresentar um
estudo detalhado da igreja no fim dos tempos Deus descrita em (Clicar) Apocalipsecapítulo 12 explica Apocalipse capítulos 17 e 18, onde as
igrejas caídas são simbolizadas por uma mãe caída e suas filhas caídas). A
mulher pura é retratada como grávida e prestes a dar à luz. O dragão se agacha
nas proximidades, com a esperança de “devorar” o bebé no nascimento. No
entanto, quando o bebé nasce, ele escapa do dragão, cumpre a sua missão, e
depois sobe para o céu. Obviamente, o bebé é Jesus, a quem Herodes tentou
destruir, matando todos os bebés em Belém (Mateus 2:16). Assim, o dragão
representa a Roma pagã, da qual Herodes foi um rei. O poder por trás do plano
de Herodes era, naturalmente, o diabo (Apocalipse 12:7-9). Satanás age através
de vários governos para realizar a sua má obra – neste caso, agiu através da
Roma pagã. Citaremos apenas duas referências de apoio histórico, embora existam
muitas: (1) “A Igreja Romana …colocou-se a si mesma no lugar do Império Romano
mundial, do qual é a real continuação … O Papa … é o sucessor de César.” [2]
(2) “A poderosa Igreja Católica era pouco mais do que o Império Romano
batizado. Roma foi transformada, bem como convertida. A própria capital do
antigo Império se tornou a capital do Império Cristão. O cargo de Pontifex
Maximus foi continuado neste do Papa”. [3] Portanto este ponto também se
enquadra ao papado. Ele recebeu a capital e o poder da Roma pagã.
D. Ele receberia uma ferida mortal (Apocalipse 13:3). A
ferida mortal foi infligida, quando o general de Napoleão, Alexandre Berthier,
entrou em Roma e levou o Papa Pio VI em cativeiro em Fevereiro de 1798.
Napoleão decretou que com a morte do papa, o papado seria interrompido. O papa
morreu na França em agosto de 1799. “Metade da Europa pensou … que, sem o Papa
o Papado estava morto “[4].
Então, esse ponto também se enquadra ao papado.
E. A ferida mortal seria curada, e todo o mundo renderia
homenagem à besta (Apocalipse 13:3). Desde a sua cura, a força do papado tem
crescido e aumentado, até hoje ele é uma das mais poderosas organizações
político-religiosas e centro de influência no mundo. Martin Malaquias,
consumado insider do Vaticano e especialista em inteligência, revela o seguinte
em seu livro best-seller The Keys of This Blood 5 (número das página entre
parênteses):
Sobre o papa:
Ele está determinado a ser governante do mundo como foi
Constantino, em seus dias (49). Ele é protegido por quatro governos (120). Ele
é a pessoa mais conhecida do século 20 (123). Ele é amigo pessoal de líderes de
91 países (490). As Pessoas do mundo acham que ele está pronto para o controle
de um forte e moral governo mundial (160). Dezasseis mil jornalistas fizeram a
cobertura de sua visita aos Estados Unidos (490).
Sobre o papado:
O embaixador americano diz o Vaticano é inigualável como um
“posto de escuta” (120). O Vaticano sabe no sábado o que vai acontecer na
segunda-feira em todo o mundo (439). A estrutura papal está preparada para
governar todo o mundo agora (143).
Obviamente, a ferida está curada e os olhos das nações estão
sobre o Vaticano, por isso, isto também se encaixa ao papado.
F. Ela se tornaria uma potência política forte (Apocalipse
12:3, 7). Ver item E, acima
G. Ela se tornaria uma organização religiosa muito poderosa
(Apocalipse 13:3, 8). Ver item E, acima.
H. Seria culpado de blasfémia (Apocalipse 13:5, 6). O papado
é culpado de blasfémia porque os seus sacerdotes alegam perdoar os pecados e
seus papas afirmam ser Cristo.
I. Faria guerra e perseguiria os santos (Apocalipse 13:7). O
papado perseguiu e destrui milhões de santos durante a Idade das Trevas.
J. Iria reinar por 42 meses (Apocalipse 13:5). O papado
reinou por 42 meses proféticos, o que equivale a 1.260 anos – de 538-1798 AD.
Os pontos de H a J também claramente cabem ao papado. Nós
tocamos sobre eles apenas brevemente aqui, porque eles foram cobertos
completamente no Guia de Estudo 15, questão 8, itens E, G e H.
K. Teria o misterioso número 666 (Apocalipse 13:18). Este verso diz: “É o número de um homem”, e Apocalipse 15:2 diz que é “o número de seu nome”. Em qual homem você pensa, quando pensa no papado? Naturalmente, todos nós pensamos no papa. Qual é o seu nome oficial? Aqui está uma citação Católica: “O título do papa de Roma é “Vicarius Filii Dei” (“Vigário do Filho de Deus “) 6. Malachi Martin, em The Keys of This Blood, usa o mesmo título para o papa nas páginas 114, 122. Uma nota de rodapé para Apocalipse 13:18 em algumas versões Douay [católica] da Bíblia diz: “Os números das letras do seu nome devem perfazer esse número”. Observe o gráfico a direita, que mostra o que acontece quando totalizamos o valor do numeral romano das letras do nome.
Mais uma vez, o papado se encaixa a esse ponto de
identificação. A besta com a “marca” é o papado. Nenhuma outra potência na
história poderia caber nestes divinos pontos descritivos. Agora que temos
identificado a besta, podemos descobrir sua marca ou seu símbolo de autoridade.
Mas primeiro, vamos olhar para o sinal da autoridade de Deus.
[1] Andre
Retif, The Catholic Spirit, trans. by Dom Aldhelm Dean, Vol. 88 of The
Twentieth Century Encyclopedia of Catholicism (New York, Hawthorne Books,
1959), p. 85.
[2] Adolf
Harnack, What is Christianity? trans. by Thomas Bailey Saunders (New York:
Putnam, 2nd ed., rev., 1901), p. 270.
[3]
Alexander Clarence Flick, The Rise of the Mediaeval Church (reprint: New York,
Burt Franklin, 1959), pp. 148, 149.
[4] Joseph
Rickaby, “The Modern Papacy,” Lectures on the History of Religion, Lecture 24,
(London: Catholic Truth Society, 1910), p. 1.
[5] (New
York, Simon & Schuster, 1990)
[6]
“Answers to Readers’ Questions,” Our Sunday Visitor, Nov. 15, 1914.
2. Qual é a marca de Deus, ou símbolo, de autoridade?
“E também lhes dei os meus sábados, para que servissem de
sinal entre mim e eles; para que soubessem que eu sou o Senhor que os
santifica” (Ezequiel 20:12). “Entre mim e os filhos de Israel será ele um sinal
para sempre; porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, e ao sétimo dia
descansou, e achou refrigério” (Êxodo 31:17).
R: Deus está dizendo nos textos acima que Ele nos deu o Seu
sábado como um sinal de glória do seu poder criador e de Seu poder santificador
para nos (converter e salvar). Na Bíblia, as palavras selo, sinal, marca, e
símbolo são utilizados alternadamente.[7] O sinal de Deus, o sábado, representa
Seu santo poder para governar como Criador e Salvador. Apocalipse 7:1-3 diz que
será escrito nas frontes (mentes – Hebreus 10:16) do Seu povo. Isso vai
significar que são de Sua propriedade e têm o Seu caráter. Hebreus 4:4-10
confirmam isso dizendo que quando entramos em Seu descanso (recebemos
salvação), devemos guardar o santo sábado do sétimo dia, como um símbolo, ou
marca, da salvação. A Verdadeira guarda do sábado significa que uma pessoa
entregou sua vida a Jesus Cristo e está disposta a seguir onde quer que Jesus
lhe levar.
Uma vez que o símbolo, ou marca, da autoridade e poder de
Deus é o Seu santo dia de sábado, parece provável que o símbolo, ou marca, do
adversário de Deus – a besta – também envolva um dia santo. Vamos ver se isso é
assim.
[7] (Compare Génesis 17:11 com Romanos 4:11 e Apocalipse 7:3
com Ezequiel 9:4).
3. O que o papado diz que é seu símbolo, ou marca de autoridade?
R: Observe a seguinte seção de um catecismo católico:
“Pergunta: Existe alguma outra maneira de provar que a
Igreja tem poder de instituir festas por preceito?”
“Resposta: Se a Igreja Católica não tivesse esse poder, ela
não poderia ter feito aquilo em que todos os religiosos modernos concordam com
ela – ela não poderia ter substituído a observância do domingo o primeiro dia
da semana, em lugar da observância do sábado do sétimo dia, uma mudança para a
qual não há autoridade escriturística.“[8]
Portanto, o papado está aqui a dizer que mudou o sábado
para domingo e que praticamente todas as igrejas aceitaram o novo dia santo.
Assim, o papado afirma que o domingo como dia santo é a sua marca, ou símbolo
de seu poder e autoridade.
[8] Stephen
Keenan, A Doctrinal Catechism [FRS No. 7.], (3rd American ed., rev.: New York,
Edward Dunigan & Bro., 1876), p. 174.
4. Será que Deus previu tal mudança nas Escrituras?
R: Sim! Ao descrever o Anticristo em Daniel 7:25, Deus disse
que ele iria “mudar os tempos e a lei”.
A. Como o papado tentou mudar as leis de Deus? De três
maneiras diferentes: Em seu catecismo ele tem (1) omitido o segundo mandamento
contra a veneração de imagens, e (2) alterado o texto do quarto mandamento
(sábado), o mandamento do sábado (Êxodo 20:8-11) específica claramente o sábado
como o sétimo dia da semana. E, finalmente, ele (3) divide o décimo mandamento
em dois mandamentos.
B. Como o papado tentou mudar os tempos de Deus? De duas
maneiras: (1) Ele mudou o sábado do sétimo dia para o primeiro dia (domingo).
(2) Ele também mudou as horas de início e encerramento do sábado. Em vez de
contar o dia de sábado do pôr-do-sol de sexta feira ao pôr do sol do sábado
como ordenado por Deus (Levítico 23:32), adoptou o costume romano pagão de
contar o dia a partir da meia noite de sábado à meia-noite de domingo. Deus
predisse que essas “mudanças” seriam tentadas pela besta, ou o Anticristo.
Observe a seguinte seção de um catecismo católico:
“Pergunta: Qual é o dia de repouso?
Resposta: O sábado é o dia de repouso.
Pergunta: Porque observamos o domingo em lugar do sábado?
Resposta: Observamos o domingo em lugar do sábado porque a
Igreja Católica transferiu a solenidade do sábado para o domingo” [9].
Aqui está outra afirmação católica: “A Igreja está acima da
Bíblia, e esta transferência da observância do sábado para o domingo é uma
prova positiva desse fato.” [10]
O papado está dizendo nessas referências que a sua
bem-sucedida mudança da observância do sábado para o culto dominical é a prova
de que a sua autoridade é maior, ou “acima” das Escrituras.
[9] Peter
Geiermann, The Convert’s Catechism of Catholic Doctrine (St. Louis, B. Herder
Book Co., 1957 ed.), p. 50.
[10] The
Catholic Record (London, Ontario, Canada, Sept. 1, 1923).
5. Como poderia alguém ousar tentar mudar o dia santo de
Deus?
Resposta:
Perguntamos ao papado, “Vocês realmente mudaram o Sábado
para o domingo?”
Ele responde: “Sim, nós mudamos. Este é o nosso símbolo, ou
marca, de nossa autoridade e poder.”
Nós perguntamos: “Como você pôde pensar em fazer isso?”
É uma pergunta pertinente. Mas a questão que o papado faz
oficialmente aos protestantes é ainda mais pertinente. Por favor, leia com
atenção:
“Vocês me dirão que o sábado era o sábado judaico, mas que o
sábado cristão foi mudado para o domingo. Mudado! mas por quem? Quem tem
autoridade para mudar um mandamento expresso do Deus Todo-Poderoso? Quando Deus
falou e disse: Você deve santificar o sétimo dia, quem se atreveria a dizer,
Não, você pode trabalhar e fazer todos os tipos de negócios do mundo no sétimo
dia; mas deve santificar o primeiro dia em seu lugar? Esta é uma questão muito
importante, que eu não sei como você pode responder. Você é um protestante, e
professa ir a Bíblia e a Bíblia somente; mas em uma questão tão importante como
a observância de um dia na semana como um dia santo, você vai contra a a letra
simples da Bíblia, e coloca um outro dia, no lugar daquele dia que a Bíblia
ordenou. O comando para santificar o sétimo dia é um dos dez mandamentos, você
acredita que os outros nove ainda estão vigentes; quem lhe deu autoridade para
mexer com o quarto? Se você é consistente com seus próprios princípios, se você
realmente segue a Bíblia, e a Bíblia somente, você deveria ser capaz de
produzir uma parte do Novo Testamento em que este quarto mandamento seja
expressamente alterado”[11].
[11]
Library of Christian Doctrine: Why Don’t You Keep Holy the Sabbath-Day? (London:
Burns and Oates, Ltd.), pp. 3, 4.
Tragicamente, tanto o catolicismo como o protestantismo são
culpados diante do tribunal divino por rejeitarem o santo sábado de Deus – Seu
sinal sagrado de identificação.
6. Que solenes advertências Deus deu a respeito da Sua lei e
Seu sinal, ou marca?
Resposta:
A. Deus adverte contra os líderes religiosos que fazem as
pessoas tropeçarem, dizendo que alguns mandamentos não importam (Malaquias
2:7-9). Por exemplo, alguns ministros ensinam: “Não importa o dia que você
santifica.”
B. Deus adverte as pessoas que querem que seus ministros
preguem fábulas suaves e não a verdade sobre a Sua lei (Isaías 30:9, 10).
C. Deus adverte as pessoas sobre endurecer o coração contra
a verdade da Sua lei (Zacarias 7:12).
D. Deus adverte as pessoas que dizem que parece “estranho”
guardar a lei de Deus – como o sábado, por exemplo (Oseias 8:12).
E. Deus afirma que as tragédias, problemas e aflições da
terra ocorrem porque as pessoas se recusam a seguir a Sua lei – e até tentam
mudá-la (Isaías 24:4-6).
F. Deus adverte os líderes religiosos que se recusam a
pregar as profecias do fim dos tempos (Isaías 29:10, 11).
G. Deus solenemente adverte que os líderes que ensinam que
não há realmente nenhuma diferença entre as coisas sagradas (como o santo sábado
de Deus) e as coisas comuns (como o domingo) enfrentarão a Sua indignação
(Ezequiel 22:26, 31).
7. Apocalipse 13:16 diz que as pessoas receberão a marca da
besta na testa ou na mão. O que isso significa?
R: A testa representa a mente (Hebreus 10:16). Uma pessoa
será marcada na testa por uma decisão de manter o domingo como dia santo. A mão
é um símbolo de trabalho (Eclesiastes 9:10). Uma pessoa será marcada na mão,
por trabalhar no santo sábado de Deus ou por concordar com as leis dominicais,
por razões práticas (família, trabalho, etc.) O sinal ou marca, de Deus ou da
besta serão invisíveis para as pessoas. Você vai, em essência, ser marcado
aceitando o sinal ou marca de Deus, o sábado, ou a marca da besta, o domingo.
Embora invisível aos homens, Deus saberá quem tem cada marca (2 Timóteo 2:19).
8. De acordo com Isaías 58:1, 13, 14, que mensagem decisiva
Deus entrega ao seu povo nos últimos dias?
“CLAMA em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como
a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão” “Se desviares o teu pé do
sábado, de fazeres a tua vontade no meu santo dia, e chamares ao sábado
deleitoso…Então te deleitarás no Senhor” (Isaías 58:1, 13, 14).
R: Deus diz, mostra ao “meu povo”, que eles estão (talvez
inocentemente) pecando, por estarem pisando o Meu santo dia, e peça-lhes para
que parem de quebrar o meu sábado para que eu possa abençoá-los. Falem alto
para que eles possam ouvi-los!
Observe que o terceiro anjo de Apocalipse 14:9-12, que traz
a mensagem sobre a marca da besta, fala com uma alta voz também (vers. 9). Essa
mensagem é muito importante para ser tratada como banalidade. É uma questão de
vida ou morte. Jesus diz que Suas ovelhas, ou as pessoas, irão segui-Lo quando
Ele as chamar. (João 10:16, 27).
9. As pessoas que adoram no domingo (como um dia santo) têm
a marca da besta agora?
R: Não! Ninguém vai ter a marca da besta até o culto
dominical tornar-se uma questão obrigatória por lei. Naquele tempo (mesmo
antes), quem optar por seguir os falsos ensinos da besta e adorar no domingo
(dia de contrafacção da Besta) receberá a marca da besta. Aqueles que seguem a
Jesus e obedecem à Sua verdade irão Guardar o Dia do Senhor (sábado) e receber
a Sua marca. Aqueles que esperam recusar a marca da besta no futuro, devem
levantar a bandeira do sábado de Jesus agora. Seu poder está disponível para
aqueles que Lhe obedecem (Atos 5:32). Sem Ele, nada podemos fazer (Jo 15:5). Com
ele, todas as coisas são possíveis (Marcos 10:27).
10. De acordo com o livro do Apocalipse, quem foi que João
viu especificamente no reino eterno de Deus?
R: A resposta é tríplice e muito clara:
A. Aqueles que têm marca ou sinal de Deus (Seu sábado), nas
suas testas (Apocalipse 7:3).
B. Aqueles que se recusaram a identificar-se com a besta ou
sua imagem e que se recusaram a receber a sua marca ou nome em suas testas
(Apocalipse 15:2).
C. As pessoas que – hoje e por toda a eternidade – seguem
por onde Jesus as leva, confiando n’Ele plenamente em tudo (Apocalipse 14:4).
Não há outra maneira.
11. O que Jesus está dizendo para as pessoas hoje?
“quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida”
(João 8:12).
R: Que promessa fantástica! Se seguirmos a Jesus, não
acabaremos na escuridão, mas, pelo contrário, teremos a verdade gloriosa. Nada
poderia ser mais emocionante! Além disso, segui-Lo e guardar Seu sábado
colocará a marca de Deus em nossas testas e nos protegerá das pragas terríveis
(Salmos 91:10), que cairão sobre os desobedientes (Apocalipse, capítulo 16).
Ela também nos marca como prontos para a transladação na segunda vinda de
Jesus. Que bendita proteção e garantia Deus nos oferece!
Um Alerta Urgente
Você descobrirá algumas informações surpreendentes ao
estudar os três últimos Guias de Estudo dos nove que lidam com as mensagens dos
três anjos de Apocalipse 14:6-14. Estes Guias de Estudo irão explicar (1) o
papel dos Estados Unidos no conflito final da Terra (2), como as igrejas e
religiões do mundo estarão envolvidos, (3) que condições mundiais precipitarão
a batalha final da Terra, e (4) a estratégia incrível de Satanás para enganar
bilhões.
Talvez você esteja se perguntando o que as igrejas protestantes
têm a dizer sobre a alegação do papa de ter mudado o sábado para o domingo. As
citações que aparecem na seção “Perguntas Respondidas” desta lição fornecerão
respostas chocantes.
Você já se decidiu a guardar o santo dia de sábado, e seguir
a Jesus para onde ele o conduzir?
Perguntas Respondidas
1. O que outros pregadores e pastores dizem sobre o sábado e
o domingo? (Êxodo 20:8)
Resposta: Aqui estão uma série de comentários de igrejas e
outras autoridades acerca do sábado:
Batista: “Havia e há um mandamento para guardar o dia
sagrado de sábado, mas este dia de sábado não era o domingo. … Será dito, no
entanto, e com alguma mostra de triunfo, que o sábado foi transferido do sétimo
para o primeiro dia da semana. … Onde pode o registro de tal operação ser
encontrado? Não no Novo Testamento – absolutamente não. Não há nenhuma
evidência bíblica da mudança da instituição do sábado do sétimo dia para o
primeiro dia da semana” – Dr. Edward T. Hiscox, autor do Manual Batista, em um
documento lido diante de uma conferência de ministros em Nova York, realizada
no dia 13 de novembro de 1893.
Católica: “.. Você pode ler a Bíblia do Génesis ao
Apocalipse, e você não vai encontrar uma única linha que autorize a
santificação do domingo. As Escrituras ordenam a observância religiosa do
sábado, dia que nós [os católicos] nunca santificamos” – Cardeal James Gibbons,
The Faith of Our Fathers, 16 ª edição, 1880, p. 111.
Igreja de Cristo: “Finalmente, temos o testemunho de Cristo
sobre este assunto em Marcos 2:27, ele diz: “O sábado foi feito para o homem, e
não o homem para o sábado.” A partir desta passagem, é evidente que o sábado
não foi feito apenas para os israelitas, como Paley e Hengstenberg nos querem
fazer crer, mas para o homem … isto é, para a raça humana. Daí concluímos que o
sábado foi santificado desde o início, e que foi dado a Adão, ainda no Éden,
como uma das instituições primitivas que Deus ordenou para a felicidade de
todos os homens.” – Robert Milligan, esquema da Redenção, (St. Louis, The
Bethany Press, 1962), p. 165.
Congregacionalista: “O sábado cristão [domingo] não está nas
Escrituras, e não foi pela igreja primitiva chamado o sábado.” – Dwight’s
Theology, Vol. 4, p. 401.
Episcopal: “O domingo (Dies Solis, do calendário romano,
“dia do sol”, porque era dedicado ao sol), o primeiro dia da semana, foi adoptado
pelos primeiros cristãos como um dia de adoração …. Não existe nenhuma
regulamentação para a sua observância prevista no Novo Testamento, nem, na
verdade, é a sua observância ordenada” – “Sunday”, A Religious Encyclopedia,
Vol. 3, (New York, Funk and Wagnalls, 1883) p. 2259.
Luterana: “A observância do dia do Senhor [domingo] não é
fundamentada sobre qualquer ordem de Deus, mas sobre a autoridade da igreja.” –
Confissão de Fé de Augsburg, citado em Catholic Sabbath Manual, Parte 2,
Capítulo 1, Artigo 10.
Metodista: “Tome o assunto do domingo. Há indícios, no Novo
Testamento a respeito de como a igreja passou a guardar o primeiro dia da
semana como dia de adoração, mas não há nenhuma passagem dizendo aos cristãos
para guardarem esse dia, ou transferirem o sábado judaico para esse dia.” –
Harris Franklin Rall, Christian Advocate, July 2, 1942.
Moody Bible Institute: “O sábado foi obrigatório no Éden, e
está em vigor desde então. Este quarto mandamento começa com a palavra
‘lembra-te’, mostrando que o sábado já existia quando Deus escreveu a lei sobre
as tábuas de pedra no Sinai. Como podem os homens alegar que este mandamento
foi abolido quando admitem que os outros nove ainda estão em vigor?” – D. L.
Moody, Weighed and Wanting, p. 47.
Presbiteriana: “Até que, portanto, possa ser mostrado que
toda a lei moral tenha sido revogada, o sábado permanecerá … O ensinamento de
Cristo confirma a perpetuidade do sábado.”. – T. C. Blake, D.D., Theology
Condensed, pp. 474, 475.
Pentecostal: “Por quê adoramos no domingo? A Bíblia não nos
ensina que o sábado deve ser o dia do Senhor? ‘ … Aparentemente, teremos que
procurar a resposta em alguma outra fonte que não o Novo Testamento “. – David
A. Womack, “Is Sunday the Lord’s Day?” The Pentecostal Evangel, Aug. 9, 1959,
No. 2361, p. 3.
Enciclopédia: “O domingo foi um nome dado pelos pagãos para
o primeiro dia da semana, porque era o dia em que eles adoravam o sol, … o
sétimo dia foi abençoado e santificado pelo próprio Deus, e Ele … exige que as
Suas criaturas o santifiquem a Ele. Este mandamento é de obrigação universal e
perpétua.” Eadie’s Biblical Cyclopedia, 1872 ed., p. 561.
Guia de Estudo extraído do site Amazing Facts.
A “Outra” Mulher
Todo casamento depende de confiança – e também em nossa
união com Cristo, devemos permanecer fiéis a Ele e a Sua Palavra. O Apocalipse
fala sobre a verdadeira noiva de Cristo, mas há outra mulher que está tentando
seduzir os crentes para longe da Palavra de Deus. O Apocalipse contém uma
mensagem chocante sobre a Babilónia, a outra mulher. A Babilónia cairá, e o
povo de Cristo deve escapar de seus encantos ou perecerá! Assim começa a
segunda parte da mensagem dos três anjos. Aqui você vai conhecer a identidade
real da Babilónia espiritual e aprender como evitar ser hipnotizado por sua beleza
fatal … o que poderia ser mais importante?
1. Como Jesus simboliza a Babilónia, no livro do Apocalipse?
“Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que
está assentada sobre muitas águas” “E levou-me em espírito a um deserto, e vi
uma mulher assentada sobre uma besta de cor de escarlata, que estava cheia de
nomes de blasfémia, e tinha sete cabeças e dez chifres. E a mulher estava
vestida de púrpura e de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e
pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da
imundícia da sua prostituição; E na sua testa estava escrito o nome: Mistério,
a grande Babilónia, a mãe das prostituições e abominações da terra” (Apocalipse
17:1, 3-5).
R: Em Apocalipse 17:1-6, Jesus simboliza a Babilónia como
uma prostituta vestida de vermelho e roxo. Ela está sentada sobre uma besta
escarlate, que tem sete cabeças e 10 chifres e senta-se sobre muitas águas.
2. Quem é a mulher pura simbolizada em Apocalipse 12?
Uma mulher pura, vestida com o sol, é descrita em Apocalipse
12:1-6. Aprendemos no Guia de Estudo 20, que esta mulher pura simboliza a
igreja pura de Deus que é fiel ao seu amado, Jesus. Estudaremos Apocalipse
capítulo 12, em profundidade no Guia de Estudo 23.
3. O que uma prostituta representa em profecia bíblica?
“faze conhecer a Jerusalém seus atos abomináveis” “confiaste
na tua formosura, e te corrompeste por causa da tua fama” (Ezequiel 16:2, 15).
R: Como uma mulher pura simboliza uma igreja pura, que é
fiel a Jesus, assim uma mulher impura
4. Podemos identificar a (Igreja) prostituta, que é chamada
de “a grande Babilónia, a mãe das prostituições” em Apocalipse capítulo 17?
R: Sim, é amplamente conhecido que existe apenas uma igreja,
que afirma ser a igreja-mãe – a grande Igreja Católica Romana. Um proeminente
sacerdote católico, John A. O’Brien, disse: “Essa observância [guarda do
domingo], permanece como uma lembrança da Igreja-Mãe da qual as seitas
não-católicas se separaram”. [1]
Os apontamentos usados em Apocalipse 17 para descrever a mãe
Babilónia e a besta que ela cavalga claramente se referem o papado:
A. Ela perseguiu os santos (v. 6) “E vi que a mulher estava
embriagada com o sangue dos santos e com o sangue dos mártires de Jesus”.
B. Ela estava vestida de púrpura e de escarlata (versículo
4). Os papas frequentemente usam a cor púrpura em funções importantes, e
vermelho é a cor das vestes dos cardeais católicos.
C. As sete cabeças da besta (v. 3) sobre a qual a mulher
está sentada são sete montes (v. 9). É sabido que Roma, a sede mundial do
papado, é construída sobre sete colinas ou montanhas.
D. A besta é culpada de blasfémia (v. 3), um ponto que
também claramente se encaixa ao papado.
E. Ela reinou “sobre os reis da terra.” versículo 18.
Alexander Flick diz que Até o século 13, o papa era “Pelo menos em teoria e
reivindicação … o governante de todo o mundo nos assuntos temporais e
espirituais” [2]. Este ponto não poderia caber a nenhum outro reino ou governo
da terra. O papado é descrito em Apocalipse 17, muito claramente.
Nota: Muitos líderes da Reforma (Huss, Wycliffe, Lutero,
Calvino, Zwingli, Melanchthon, Cranmer, Tyndale, Latimer, Ridley, e outros)
ensinaram que o papado é o poder aqui envolvido. [3]
[1] John A.
O’Brien, The Faith of Millions (Huntington, IN: Our Sunday Visitor, Inc.,
1974), p. 401.
[2] The Rise of the Mediaeval Church (New
York: Burt Franklin, 1959), pp. 575, 576.
[3] George Eldon Ladd, The Blessed Hope (Grand
Rapids, MI: William B. Eerdman’s Publishing Co., 1956), pp. 32-34.
5. Qual é o significado literal da palavra “Babilónia”, e
qual a sua origem?
“Eia, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo cume
toque no céu” “Então desceu o Senhor para ver a cidade…e disse: Eia, desçamos,
e confundamos ali a sua linguagem, para que não entenda um a língua do outro”
“Por isso se chamou o seu nome Babel [confusão], porquanto ali confundiu o
Senhor a linguagem de toda a terra” (Génesis 11:4, 6, 7, 9).
R: As palavras “Babel” e “Babilónia” significam “confusão”.
O nome Babilónia originou-se na Torre de Babel, que foi erguida após o dilúvio
por pagãos desafiadores que esperavam ao construí-la tão alto que nenhuma
enchente a pudesse cobrir (v. 4). Mas o Senhor confundiu suas línguas, de modo
que a confusão resultante foi tão grande que eles foram forçados a pararem a
construção. Eles, então, chamaram a torre de “Babel” (Babilónia), ou
“confusão”. Mais tarde, nos tempos do Velho Testamento, um reino pagão mundial
chamado Babilónia surgiu e se tornou inimigo do povo de Deus, Israel. Ele
encarna a desobediência, rebeldia, a perseguição ao povo de Deus, o orgulho e a
idolatria “(Jeremias 39:6, 7; 50:29, 31-33; 51:24, 34, 47; Daniel capítulos 3 e
5). De fato, em Isaías capítulo 14, Deus usa a Babilónia como um símbolo do
próprio Satanás porque a Babilónia era muito hostil e devastadora para a obra
de Deus e Seu povo. No NT, no livro do Apocalipse, o termo “Babilónia” é usado
para significar um reino religioso que é inimigo do Israel espiritual de Deus –
a Sua igreja (Apocalipse 14:8; 16:19).
6. Quem são as filhas da mãe prostituta Babilónia descrita
em Apocalipse 17:5?
R: Elas são algumas das igrejas que inicialmente protestaram
os falsos ensinos da mãe Babilónia, deixando-a durante a grande Reforma
Protestante. Mas, depois, elas começaram a imitar os princípios e ações da mãe
e assim tornaram-se caídas. Nenhuma mulher Nasce uma prostituta. Tampouco as
simbólicas filhas, as igrejas protestantes, nasceram caídas. Qualquer igreja ou
organização que ensina e segue as falsas doutrinas e práticas da Babilónia pode
tornar-se uma igreja caída ou filha dela. Então, Babilónia é um nome de
família, que abarca tanto a igreja mãe como suas filhas, que também caíram.
7. Em Apocalipse 17, porque é a mãe Babilónia retratada como
montada sobre a besta? O que a besta representa?
R: Em Apocalipse 13:1-10, Jesus retrata o papado como uma
combinação de igreja e estado. (Para mais informações, consulte o Guia de
Estudo 20). Em Apocalipse capítulo 17, Jesus descreve a igreja (prostituta) e a
Besta, como entidades separadas, embora relacionadas. A mulher está montada no
animal, o que significa que a igreja está no controle do Estado.
8. Que outros poderes se unem com o papado no cumprimento
dos eventos do fim dos tempos?
“E da boca do dragão, e da boca da besta, e da boca do falso
profeta, vi saírem três espíritos imundos, semelhantes a rãs. Pois são
espíritos de demónios, que operam sinais; os quais vão ao encontro dos reis de
todo o mundo, para os congregar para a batalha do grande dia do Deus
Todo-Poderoso” (Apocalipse 16:13-14).
R: O dragão de Apocalipse 12:3, 4 e o falso profeta do
Apocalipse 13:11-14; 19:20 formam uma aliança com a besta do Apocalipse
13:1-10, ou o papado.
A. O dragão de Apocalipse 12 representa Satanás trabalhando
através de Roma pagã. (Ver Guia de Estudo 20 para obter mais detalhes.) Nestes
últimos dias, isto inclui as religiões não-cristãs como o budismo, xintoísmo,
hinduísmo, a Nova Era, o humanismo secular, etc
B. O falso profeta representa o protestantismo apóstata
centrado na América, que irá assumir a liderança, exortando e influenciando
todo o mundo a adorarem a besta (ver Guia de Estudo 21).
C. A besta é o Papado (ver Guia de Estudo 20). Religiões
não-cristãs e o protestantismo apóstata se unirão ao papado como aliados na
guerra final contra Deus e Seus seguidores.
D. Estes três poderes: as religiões não-cristãs e os
governos, o catolicismo romano e o protestantismo apóstata irão tornar-se
aliados no Armagedom – a guerra final contra Deus, Sua lei, e seus leais
seguidores. Esta coligação é chamada por Jesus em Apocalipse 18:2 de “a grande Babilónia”.
9. Como é que tais organizações com diversas origens seriam
capazes de efetivamente se unir?
“Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e
autoridade à besta” (Apocalipse 17:13).
R: Apocalipse 16:13, 14 diz: “espíritos imundos semelhantes
a rãs” os quais são “espíritos de demónios” irão uni-los através dos milagres
que irão operar. O Espiritismo – a crença de que os mortos estão vivos e podem
contactar os vivos – Será o princípio que manterá todos unidos. Satanás e seus
anjos – fazendo se passar pelos espíritos dos mortos queridos, profetas do
passado, anjos do céu (2 Coríntios 11:13, 14), e até mesmo o próprio Cristo
(Mateus 24:24) – convencerão o mundo que a sua causa é guiada do próprio céu
(ver Guia de Estudo 10). Aliás, todas as três entidades acreditam que os mortos
estão vivos:
A. O catolicismo reza para Maria e outros santos mortos e
acredita que esses santos abençoam seus seguidores com milagres.
B. As religiões não-cristãs são praticamente todas baseadas
na crença e no culto aos espíritos dos mortos. A Nova Era enfatiza a
“canalização” – supondo falar com os espíritos dos mortos.
C. O protestantismo apóstata acredita que os mortos não
estão mortos, mas, sim, vivos no céu ou no inferno. Assim, eles são altamente susceptíveis
a serem enganados pelos demónios que se apresentam como os espíritos dos
mortos.
10. Por quais pecados Deus acusa a Babilónia?
A. “caiu a grande Babilónia” (Apocalipse 18:2).
R: Cair significa afastar-se da verdade bíblica e da
verdadeira adoração ao verdadeiro Deus (2 Pedro 3:17).
B. “e se tornou morada de demónios, e guarida de todo
espírito imundo” “porque todas as nações foram enganadas pelas tuas
feitiçarias” (Apocalipse 18:2, 23).
R: Aqui, Deus está acusando a Babilónia por (1) reunir-se
pessoalmente com os demónios convidando os maus espíritos em seu meio através
do espiritismo, e (2) por enganar virtualmente todo o mundo através da mentira
dos espíritos demoníacos.
C. “os que habitam sobre a terra se embriagaram com o vinho
da sua prostituição” “cheio das abominações, e da imundícia da prostituição”
“Porque todas as nações têm bebido do vinho da ira da sua prostituição”
(Apocalipse 17:2, 4; 18:3).
R: A palavra “abominação” na Bíblia simboliza a mentira
(Provérbios 12:22). O vinho da Babilónia, que contém ensinamentos falsos,
desorienta e entorpece aqueles que dele bebem, tornando-os espiritualmente
bêbados.
D. “Os reis da terra se prostituíram com ela” (Apocalipse
18:3).
R: A igreja é a noiva de Cristo (Apocalipse 19:7, 8) e deve
amar e ser leal somente a Ele – que Jesus disse significar guardar os Seus
mandamentos (João 14:15). O papado é censurado aqui por se afastar de seu marido, Jesus (Tiago
4:4), formando relacionamentos ilícitos com os governos civis (união entre
Igreja e Estado) por seu apoio a eles.
E. Tráfico da “alma dos homens” (Apocalipse 18:13).
R: Deus aqui denuncia a Babilónia por tratar as pessoas como
mercadorias e não como preciosos filhos de Deus.
11. Quais são alguns dos falsos ensinos contidos no vinho da
Babilónia que fazem as pessoas espiritualmente bêbadas e confusas?
R: Por incrível que pareça, algumas das doutrinas mais
importantes do protestantismo de hoje não são encontradas na Bíblia. Elas foram
levadas para as igrejas protestantes pela igreja mãe de Roma, que as recebeu do
paganismo. Alguns desses ensinamentos falsos são os seguintes:
A. A lei de Deus, foi alterada ou revogada. A lei de Deus
nunca pode ser alterada ou revogada (Lucas 16:17). O Guia de Estudo 6 cita a
evidência irrefutável.
B. A alma é imortal. A Bíblia menciona a “alma” e o
“espírito” 1.700 vezes. Nem uma única vez são referidos como imortais. As
pessoas são mortais (Jó 4:17), e ninguém receberá a imortalidade até a segunda
vinda de Jesus (1 Coríntios 15:51-54). (Ver Guia de Estudo 10 para mais
informações).
C. Pecadores queimarão eternamente no inferno. A Bíblia
ensina que os pecadores serão completamente consumidos, tanto a alma como o
corpo, no fogo (Mateus 10:28). Um inferno de tormento eterno não é ensinado na
Bíblia. (Veja detalhes no Guia de Estudo 11).
D. O batismo por imersão não é necessário. O batismo por
imersão é o único batismo reconhecido pela Escritura. (Ver Guia de Estudo 9
para maiores informações.)
E. O Domingo é o dia santo de Deus. A Bíblia ensina, sem
dúvida, que o dia santo de Deus é o sábado do sétimo dia (Para mais
informações, consulte Guia de Estudo 7).
Nota: Estes ensinamentos falsos, uma vez acreditados, tendem
a trazer “confusão” (que é o que o termo “Babilónia” significa literalmente) e
torna o entendimento da Escritura muito mais difícil.
Um pensamento moderado
É razoável pensar que
alguns podem inadvertidamente estar bebendo o vinho da Babilónia. Talvez tudo
isto seja novo para você. Se assim for, por favor, peça a Deus para guiá-lo
(Mateus 7:7). Em seguida, busque as Escrituras para ver se essas coisas são
assim (Atos 17:11). Prometa que você vai seguir por onde Jesus o guiar, e Ele
não lhe permitirá acabar em erro (João 7:17).
12. Quem estará ao lado do Senhor na batalha do Armagedom?
R: Nesta batalha final, os anjos do céu (Hebreus 1:13, 14,
Mateus 13:41, 42) e o povo de Deus – o remanescente (Apocalipse 12:17) – irão
se aliar com Jesus, que liderará os exércitos do céu (Apocalipse 19:11-16)
contra Satanás e seus apoiantes.
O remanescente de Deus é composto por aqueles que recusam as
falsidades da Babilónia. Eles são conhecidos por: (1) Seu amor por Jesus (1
João 5:2, 3), (2) sua lealdade e fé nEle (Apocalipse 14:12), e (3) sua firme
obediência à Sua Palavra e mandamentos (Apocalipse 12:17; João 8:31, 32).
13. Qual será a estratégia de Satanás neste conflito final
entre a verdade de Deus e as mentiras de Satanás?
R: Embora Satanás odeie a Deus e a Seu Filho, ele raramente
admite isso abertamente. Na verdade, ele e seus demónios vão posar como santos
anjos e dedicados clérigos cristãos (2 Coríntios 11:13-15). O que ele apresenta
como evidência para o seu lado vai parecer tão justo, espiritual e parecido com
Jesus, que quase todos na terra serão enganados e o seguirão (Mateus 24:24).
Ele irá, sem dúvida, usar a Bíblia, como ele fez quando tentou a Jesus no
deserto (Mateus 4:1, 11). A lógica de Satanás é tão persuasiva que ele enganou
um terço dos anjos do céu, Adão e Eva, e (na época do Dilúvio), todos na terra,
excepto oito pessoas.
14. Qual é a estratégia de combate de Deus?
“À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta
palavra, é porque não há luz neles” (Isaías 8:20).
R: Deus sempre combateu as mentiras de Satanás com a verdade
bíblica. Quando tentado por Satanás no deserto, Jesus repetidamente citou as
Escrituras (Mateus 4:1-11). Através de Seu povo remanescente, Deus vai dizer a
verdade sobre a natureza antibíblica da Babilónia, a grande. Ele vai deixar
claro que a Babilónia está apresentando um falso evangelho (Gálatas 1:8-12) que
têm aberto as portas para milhões serem enganados e se perderem. O
contramovimento de Deus é descrito nas três grandes mensagens angélicas de
Apocalipse 14:6-14. Essas três mensagens fantásticas expõem e alertam contra as
mentiras e falsificações de Satanás e convida as pessoas a adorarem a Deus e a
obedecê-Lo, não só em espírito, mas na verdade da Bíblia também.
15. Serão eficazes as mensagens de alerta e esperança de
Deus para o tempo do fim?
“Depois destas coisas vi descer do céu outro anjo que tinha
grande autoridade, e a terra foi iluminada com a sua glória” (Apocalipse 18:1).
R: Nas Escrituras, anjos representam mensageiros ou
mensagens (Hebreus 1:13, 14). O apelo de Deus do fim dos tempos é simbolizado
por um anjo poderoso, cujo poder é tão grande que o mundo inteiro é iluminado
com a verdade e a glória de Deus. Esta mensagem final, dada por Deus irá para
os habitantes de todo o mundo (Apocalipse 14:6, Marcos 16:15, Mateus 24:14).
16. Que apelo urgente e final Jesus fará para aqueles que
estão na Babilónia?
R: Ele vai dizer: “Sai dela [Babilónia], meu povo, para que
não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas
pragas porque seus pecados se acumularam até o céu, e Deus se lembrou das iniquidades
dela” (Apocalipse 18:4, 5).
Por favor note que Jesus se refere a muitas pessoas na Babilónia
como “meu povo”. Há milhões de cristãos sinceros na Babilónia que ainda não
ouviram essa mensagem de aviso urgente. Essas pessoas amam o Senhor
supremamente, e Jesus diz que elas são Seus filhos.
17. Como as pessoas de Jesus, que estão na Babilónia,
responderão quando ouvem Seu apelo para saírem dela?
R: Jesus dá a resposta. Ele diz: “Tenho ainda outras ovelhas
que não são deste aprisco; a essas também me importa conduzir, e elas ouvirão a
minha voz; e haverá um rebanho e um pastor” “As minhas ovelhas ouvem a minha
voz, e eu as conheço, e elas me seguem” (João 10:16, 27).
Jesus reconhece seus filhos que estão na Babilónia. Além
disso, ele promete chamá-los para fora da Babilónia antes que ela seja
destruída. E, o mais glorioso de tudo, Jesus promete que o Seu povo que ainda
está na Babilónia ouvirá e reconhecerá a Sua voz e sairá em segurança.
Se está na Babilónia, está disposto a atender ao apelo
urgente de Jesus para sair dela?
Guia de Estudo extraído do site Amazing Facts.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



