17 de janeiro de 2013

As Quatro Grandes Monarquias Mundiais

1. Em que tempo teve Daniel a sua segunda visão?
Rª: “NO primeiro ano de Belsazar, rei de Babilónia, teve Daniel um sonho e visões da sua cabeça quando estava na sua cama; escreveu logo o sonho, e relatou a suma das coisas.” Dan. 7:1

Nota: isto é, no primeiro ano da actividade de Belsazar, que reinava com o seu pai, Nabunaíde, em 540 anos antes de Cristo.
2. Que efeito produziu em Daniel esse sonho?
Rª: “Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi abatido dentro do corpo, e as visões da minha cabeça me perturbaram.” Dan. 7:15.
 
Nota: o efeito produzido pelo sonho de Daniel, nele próprio, notar-se-á, foi semelhante ao que sentiu Nabucodonosor com o seu sonho; perturbou-o. ver Dan. 2:1.
 
3. Que pediu Daniel e um dos seres celestiais que, no sonho estavam perto dele?
Rª: “Cheguei-me a um dos que estavam perto, e pedi-lhe a verdade acerca de tudo isto. E ele me disse, e fez-me saber a interpretação das coisas.” Dan. 7:16.
 
4. Que viu o profeta nessa visão?
Rª: “Falou Daniel, e disse: Eu estava olhando na minha visão da noite, e eis que os quatro ventos do céu agitavam o mar grande.” Dan. 7:2.
5. Qual foi o resultado dessa luta?
Rª: “E quatro animais grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar.” Dan. 7.3.
6. Que representavam esses quatro animais?
Rª: “Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis, que se levantarão da terra.” Dan. 7:17.
Nota: O termo reis, aqui, como em Dan. 2:44, significa reinos, conforme está explicado nos versículos 23 e 24 do sétimo capítulo, sendo os dois termos usados indiferentes nesta profecia.
 
7. Que é, em linguagem simbólica, representado por ventos?
Rª: Luta, guerra, comoção. Ver Jer. 25:31-33; 49.36, 37.
Os ventos significam luta, e a guerra é evidente da própria visão. Como resultado da luta dos ventos, surgem e ruem os renos.
8. Que é, em profecia, simbolizada por águas?
“E disse-me: As águas que viste, … são povos, e multidões, e nações, e línguas.” Apoc. 17:15.
Nota: No segundo capítulo de Daniel, sob a figura de uma estátua de homem, é feita um simples esboço político do surgimento e queda dos reinos terrestres, que precederiam o estabelecimento do eterno reino de Deus. no sétimo capítulo, são representados os governos terrestres, como são vistos à luz do Céu – sob os símbolos de animais bravios e ferozes – e em particular estes, oprimindo e perseguindo os santos do Altíssimo. Daí a diversidade nos símbolos usados para representar esses reinos.
 
9. A que se assemelhava o primeiro animal?
Rª: “O primeiro era como leão, e tinha asas de águia; enquanto eu olhava, foram-lhe arrancadas as asas, e foi levantado da terra, e posto em pé como um homem, e foi-lhe dado um coração de homem.” Dan. 7:4.

Nota: O leão, o primeiro desses quatro grades animais, assim como a cabeça de outro do sonho do Nabucodonosor, representa a monarquia babilónia – leão, rei dos animais postado à cabeça de sua espécie, assim como o ouro e é para os metais. As asas de águia sem dúvida denotam a rapidez com que Babilónia estendeu as suas conquistas sob Nabucodonosor, que reinou de 604 a 561 antes de Cristo. Esse reino foi vencido pelos medos e persas, em 538 antes de Cristo.
1. Por que foi simbolizado o segundo reino?
Rª: “Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca três costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne.” Dan. 7:5.
 
Nota: “Este foi o Império Medo-Persa, aqui representado sob o símbolo de um urso. …Por sua crueldade, e sede de sangue, são os medos e persas comparados a um uso, animal dos mais vorazes e cruéis.” – Adam Clark, comentando Dan. 7:5.
 
2. Por que simbolizado o terceiro império universal?
Rª: “Depois disto, eu continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha quatro asas de ave nas suas costas; tinha também este animal de quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio.” Dan. 7:6
Nota: Se as asas da água nas costas de um leão denotam rapidez de movimentos no Império Babilónio (ver Hab. 1:6-8), quatro asas no leopardo devem denotar inexcedível celeridade de movimento no Império Grego. Isto se verifica ser historicamente verdadeiro.
 
“Maravilhosa foi a rapidez das conquistas de Alexandre na Ásia; ele lançou-se como uma torrente sobre o agonizante Império Persa, e toda oposição se tornou inútil. Os gigantescos exércitos do Sol. As batalhas de Granico, em 334, A.C., isso no ano seguinte, e Arbela, em 331 A.C., selaram o destino do Império Persa, e firmaram o amplo domínio dos gregos.” – The Divine Program of the Word`s History, por H. Frattan Guinnes, p. 308.

“Esse animal tinha também quatro cabeças.” O Império Grego manteve a sua união por apenas um curto período de tempo após a morte de Alexandre, ocorrida no ano 323, A.C. passados vinte e dois anos da sua brilhante carreira, ou seja, no ano 301 A.C., foi o império dividido entre os seus quatro melhores generais. Cassandro apossou-se da Macedónia e da Grecia, ao oeste; Lisimaco ficou com a Trácia, e partes da Ásia no Helesponto e Bósforo, ao norte, Ptolomeu obteve o Egito, a Líbia, a Arábia, a Palestina e a Síria ao sul; e Seleuco ficou com todo o restante dos domínios de Alexandre, ao leste.
 
3. Como estava representada o quarto reino?
Rª: “Depois disto eu continuei olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres.” Dan. 7:7.
4. Que foi dito ser o quarto animal?
Rª: “Disse assim: O quarto animal será o quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços.” Dan. 7:23
Nota: “Isto é por todos admitido como sendo o Império Romano. Ele foi terrível, espantoso e muito forte; …tornando-se, em realidade, a que os escritores romanos se comprazem em chamá-lo, o império universal.” – Adam Clarke, comentado Dan. 7:7.
A vitória final dos romanos sobre os gregos aconteceu na batalha de Pidna, em 168 A.C.
 
5. Que era representado pelas dez pontas?
Rª: “E quanto às dez pontas, daquele mesmo reino se levantarão dez reinos.” Dan. 7:24
Nota: O historiador Machiavelli, sem fazer a mínima referência a esta profecia, apresenta a seguinte lista de nações que ocuparam o território do império ocidental ao tempo da queda de Rómulo Augústulo (476 A.D.), último imperador de Roma; Lombardos, Francos, Burgundos, Ostrogodos, Visigodos, Vândalos, Hérulos, Suevos, Hunos e Saxónios: dez ao todo.
“Entre incessantes e quase incontáveis flutuações, os reinos da moderna Europa, desde o seu surgimento até ao presente, têm somado uma média de dez. Nunca mais, desde a subdivisão da velha Roma, se uniram eles num só império; nunca formaram unidades, como são os Estados Unidos da América. Nenhuma fórmula de orgulhosa ambição que visasse reunir os fragmentos dispersos, alcançou êxito; sempre que surgiram, foram invariavelmente reduzidos a pedaços.” – The Divine Program of the World`s History, por H. Grattan Guinness, pp. 318-321.
 
6. Que mudança viu Daniel operar-se nessas pontas?
Rª: “Estando eu a considerar os chifres, eis que, entre eles subiu outro chifre pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava grandes coisas.” Dan. 7:8
 
7. Que investigação da parte de Daniel mostra que o quarto animal e especialmente o que diz respeito à ponta pequena que nele há, constitui a feição mais importante desta visão?
Rª: “Então tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal, que era diferente de todos os outros, muito terrível, cujos dentes eram de ferro e as suas unhas de bronze; que devorava, fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobrava; e também a respeito dos dez chifres que tinha na cabeça, e do outro que subiu, e diante do qual caíram três, isto é, daquele que tinha olhos, e uma boca que falava grandes coisas, e cujo parecer era mais robusto do que o dos seus companheiros.” Dan. 7:19,20.

8. Quando deveria levantar-se a ponta pequena?
Rª: “E depois deles se levantará outro.” Dan. 7:24.
Nota: As dez pontas, como já foi mostrado, surgiram quando Roma, o quarto reino, foi dividido em dez reinos. Essa divisão completou-se em 476 A.C. A ponta pequena deveria levantar-se depois deles, como diz o versículo citado.
 
9. Qual deveria ser o carácter da ponta pequena?
Rª: “O qual será diferente dos primeiros, abaterá a três reis.” Mesmo versículo, últ., parte.
Nota: O poder que se levantou no Império Romano depois da queda de Roma, em 476, A.D., e que era inteiramente diferente de todos os dez reinos em que Roma foi dividida (visto que exigiu e exerceu autoridade espiritual sobre os dez reinos), e perante quem três dos outros reis – os hérulos, os vândalos e os ostrogodos – caíram, foi o papado.
 
Definidos que estão o lugar e o tempo de reino da ponta pequena, a análise do seu carácter e obra será feita nos estudos que se seguirão.
 
José Carlos Costa, pastor.

13 de janeiro de 2013

A PROFECIA – PORQUE FOI DADA

1. Por que foram dadas as Sagradas Escrituras?

Rª: “Porque tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança.” Romanos 15:4

2. Porque meio é produzida toda a Escritura?
Rª: “Toda a Escritura é divinamente inspirada.” 2ª Tim. 3:16, primeira parte (Versão Trinitária).

3. Para que é ela proveitosa?
Rª: “É proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça.” 2ª Tim. 3:16 (ultima parte).

4. Como foi produzida a profecia?
Rª: “Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.” 2ª Ped. 1:21

5. De que é capaz o Senhor, quanto ao futuro?
Rª: “Eis que as primeiras coisas passaram, e novas coisas Eu vos anuncio, e, antes que venham à luz, vo-las faço ouvir.” Isa. 42:9.

6. Até onde alcança a capacidade de Deus em revelar o futuro?
Rª: “Lembrai-vos das coisas passadas desde a antiguidade; que eu sou Deus, e … não há outro semelhante a mim. Que anuncio o fim desde o princípio, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam.” Isaías 46:9 e 10.

Nota: em contraste com isso, notai a seguinte confissão de um afamado historiador, quanto à capacidade humana de revelar o futuro.
“A História fez até agora tão pouco progresso no sentido científico, que nada apode dizer quanto ao que virá a ocorrer. No que se refere ao futuro, é completamente cega. Não existe no mundo um único filósofo que possa predizer a evolução histórica no período de um dia sequer. No tocante aos problemas de 1895, o historiador é tão mudo quanto um charlatão prognosticador do tempo o seria quanto às condições meteorológicas da próxima estação do calendário da vida humana. As suas ocorrências e desfechos processar-se-ão com a exactidão científica, sem relação alguma com as condições anteriores. Mas vivente algum pode predizer qual pode predizer qual será o acontecimento e o seu aspeto. O homem mais esclarecido não pode predizer nem prever a natureza do que irá acontecer no ano que já está prestes a bater à porta.” – John Clark Ridpath, em Christian at Work, 27 de dezembro de 1894.

Mais de um século volvido a situação não se alterou significativamente. Falo em relação à previsão meteorológica, quanto a situação é exatamente a mesma.

7. A quem revela Deus os segredos do futuro?
Rª: “Certamente o Senhor DEUS não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas.” Amós 3:7.

8. A quem pertencem as coisas reveladas?
Rª: “As coisas encobertas são para o Senhor nosso Deus; porém as reveladas são para nós e para os nosso filhos para sempre.” Deut. 29:29.

9. Que testeficou o apóstolo Pedro da sua experiência no monte da transfiguração?
Rª “Porque não vos fizemos saber a virtude e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, segundo fábulas artificialmente compostas; mas nós mesmos vimos a Sua majestade.” 2ª Ped. 1:16 (cf. 2ª Pedro 1: 18-19).

10. Qual tem sido sempre o tema dos profetas de Deus?
Rª: “Alcançando o fim da vossa fé, a salvação das vossas almas. Da qual salvação inquiriram e trataram diligentemente os profetas que profetizaram da graça que vos foi dada.” 1ª Ped. 1:9-10 (ver 1ª Pedro 1:11).

11. Em que profecia reconheceu Cristo a Daniel como profeta?
Rª: “Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, atenda.” Mat. 24:15.

12. Até que tempo deveriam ficar seladas as profecias de Daniel?
Rª: “E tu, Daniel, encerra estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo; muitos correrão de uma parte para outra, e o conhecimento se multiplicará.” Dan. 12:4.

13. Que certeza deu o anjo de que essas profecias seriam compreendidas nos últimos dias?
Rª: “E ele disse: Vai, Daniel, porque estas palavras estão fechadas e seladas até ao tempo do fim. Muitos serão purificados, e embranquecidos, e provados; mas os ímpios procederão impiamente, e nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão.” Daniel 12:9,10.

14. Como é chamado o último livro da Bíblia?
Rª: “REVELAÇÃO de Jesus Cristo, a qual Deus lhe deu.” Apoc. 1:1.

15. Que é dito dos que lêem, ouvem e guardam as coisas que esse livro contém?
Rª: “Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo.” Apoc. 1:3

Seja um “bem-aventurado” ou feliz ao estudar a Palavra revelada e pelo Espírito Santo guarde a Palavra no coração “porque o tempo está próximo.” Amem.

Jose Carlos Costa, pastor
Galeria Estudos Bíblicos

12 de janeiro de 2013

A HORA DO JUÍZO

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Os capítulos 2, 7 e 8 do livro de Daniel apresentam uma sequência de eventos históricos que precedem a segunda vinda de Cristo. Eles descrevem a sucessão de quatro impérios(a), com destaque para o último que atuou contra a autoridade de Deus e contra o ministério intercessório de Jesus. O capítulo 7 narra-o dizendo: "Proferirá insultos contra o Altíssimo e porá à prova os santos do Altíssimo; ele tentará mudar os tempos e a lei (...)" (Daniel 7:25 BJ).

Entretanto, Deus não permitiria que Sua lei e a verdade sobre o ministério sumo-sacerdotal de Jesus prosseguisse indefinidamente obscurecida pelo erro. Através de homens e mulheres fiéis, Ele reavivaria Seus propósitos (Isaías 58:12). A reforma protestante redescobriu parcialmente o papel de Cristo como nosso Mediador, o que ocasionou grande reavivamento no mundo cristão. Contudo, havia ainda outras verdades a serem reveladas acerca de Seu ministério celestial. E o tempo em que Deus restauraria essas verdades e iniciaria o grande julgamento da raça humana foi revelado:
- Até quando durará a visão do sacrifício diário e da transgressão assoladora, visão na qual é entregue o santuário e o exército a fim de serem pisados?
- Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado. (Daniel 8:13-14 RA).
Ao anjo Gabriel foi entregue a missão de explicar esses eventos ao profeta Daniel, mas o impacto das informações o conduziu a enfermidade (Daniel 8:26-27), motivando Gabriel a adiar os esclarecimentos quanto ao período das "2300 tardes e manhãs", a única parte da visão que não havia sido explicada; posteriormente, ele retorna com o objetivo de resolver esta questão (Daniel 9:21-23). Portanto, os capítulos 8 e 9 do livro de Daniel estão fortemente conectados, sendo o capítulo 9 a chave para desvendar o mistério desse período de tempo descrito no capítulo 8. Antes porém, se faz necessário entender o significado da expressão "tarde e manhã":
"(...) E disse Deus: 'Haja luz.' E houve luz.
E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas.
E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. Houve tarde e manhã, o primeiro dia." (Gênesis 1:3-5 RA).
De acordo com a Bíblia, "uma tarde" (noite - trevas) e "uma manhã" (dia - luz), formam o intervalo de tempo de "um dia" (período compreendido entre um pôr do Sol ao outro), e esta maneira de mencionar "um dia" foi utilizada pelo anjo Gabriel. Portanto, as "2300 tardes e manhãs" de Daniel 8:14 referem-se a "2300 dias". Porém, os capítulos 8 e 9 descrevem tempo profético(b) e, nesses casos, "um dia" representa "um ano" (Números 14:34; Ezequiel 4:7). Assim, os "2300 dias" proféticos equivalem a "2300 anos" literais. E o próprio Gabriel auxilia nesta questão ao afirmar que a transgressão contra o santuário (Daniel 8:13) se estenderia até o "tempo do fim" (até os "dias longínquos", Daniel 8:17-19 e 26), isso elimina a contagem simplista de "2300 dias" (equivalente a 3 anos e 6 meses) em Daniel 8:14 por não alcançar o "tempo do fim" (cf. Daniel 12:4-9). Após estas informações, prossigamos com as palavras de Gabriel:
"(...) Daniel, agora, saí para fazer-te entender o sentido. No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, porque és mui amado; considera, pois, a coisa e entende a visão. Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, para expiar a iniquidade, para trazer a justiça eterna, para selar a visão e a profecia e para ungir o santo dos santos." (Daniel 9:22-24 RA).
E qual a relação entre essas "setenta semanas" e os "2300 anos"?
Quando o anjo Gabriel retorna para continuar as explicações sobre a visão descrita no capítulo 8, ele inicia justamente abordando as questões levantadas em Daniel 8:13, e que não foram esclarecidas dificultando o entendimento da visão (Daniel 8:27 cf. Daniel 9:23). O período de "70 semanas" e os eventos vinculados à ele esclarecem tanto a pergunta quanto a resposta de Daniel 8:13-14; a palavra "determinada" usada em Daniel 9:24 também relaciona diretamente as "70 semanas" aos 2300 anos.

Embora a maioria das traduções bíblicas utilizem a palavra "determinada" ou "decretada" para traduzir o termo hebraico "chathak", o sentido que mais aproxima-se dele são os verbos separar, cortar, dividir, repartir.1, 2 E algumas traduções(c) optaram em usar estes verbos como correspondente a "chathak", posicionamento defendido pelo dicionário hebraico-inglês de Genesius.3
 
Portanto, as "70 semanas" foram cortadas ou separadas de outro intervalo de tempo, os 2300 anos citados na visão de Daniel: "Por isso, preste atenção à mensagem para entender a visão: setenta semanas estão decretadas ["chathak" - separadas, retiradas]" (Daniel 9:23-24 NVI). E para realizar essa separação de tempo, o mesmo princípio bíblico, "cada dia por um ano" (Números 14:34; Ezequiel 4:7), deve ser aplicado as "70 semanas". Como uma semana possui 7 dias e a profecia menciona 70 semanas, logo: 70 x 7 = 490 dias (proféticos) ou 490 anos (literais). Assim, 490 anos devem ser subtraídos de 2300 anos.
 
E em que momento inicia a contagem dos 490 anos?
"Saiba e entenda que, a partir da promulgação do decreto que manda restaurar e reconstruir Jerusalém até que o Ungido, o príncipe, venha, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas. Ela será reconstruída com ruas e muros, mas em tempos difíceis." (Daniel 9:25 NVI).
Segundo Gabriel, a contagem dos 490 anos inicia a partir da ordem para restaurar e reconstruir Jerusalém. E a História registra que essa ordem foi dada pelo rei Artaxerxes, da Pérsia, no ano 457 a.C.
 
O verso de Daniel 9:25 revela ainda que desde a ordem para recuperar Jerusalém até o Ungido (até o batismo de Jesus Cristo), se passariam "sete semanas" e "sessenta e duas semanas"(d), que somadas totalizam "69 semanas". Então, a partir da contagem inicial das "70 semanas" (490 anos), "69 semanas" se passariam até a chegada da época do batismo de Cristo. E, em linguagem profética, "69 semanas" equivalem a 483 anos (69 semanas x 7 dias semanais), o que conduz ao ano 27 d.C., data em que se realizou o batismo de Jesus.
 
Contudo, Daniel 9:25 menciona somente 69 das 70 semanas proféticas. Resta ainda "uma semana" a ser analisada, pois: "Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares. (...)" (Daniel 9:27 RA).
 
A profecia afirma que o Ungido, na metade da última semana (três anos e meio - 3½), cessaria o sacrifício. Em outras palavras, Jesus morreria na cruz e não seria mais necessário o sacrifício de animais que Israel realizava (Mateus 27:51 cf. Hebreus capítulo 9). E a História registra que exatamente no ano 31 d.C., Jesus foi morto, confirmando com exatidão as profecias.
 
A outra metade (três anos e meio 3½) da "última semana" terminou em 34 d.C. Nessa época o apóstolo Estevão, após testemunhar em favor de Cristo e Seu ministério, foi apedrejado pelos israelitas com o consentimento do sinédrio (Atos capítulo 7 cf. Mateus 23:37). Com esta atitude a nação de Israel encerra o tempo que lhe foi concedido para retornar aos caminhos de Deus; o que consequentemente a manteria como representante oficial dEle na Terra.4 Assim, finda-se o período de 490 anos: "Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade. (...)" (Daniel 9:24 RA cf. Mateus 18:22). Esses acontecimentos foram revelados a Daniel por volta de 607 a.C. e, séculos depois, tudo se cumpriu com excepcional precisão.
Sendo que os 490 anos foram separados (repartidos) dos 2300 anos, em que ano seremos encaminhados ao prosseguir na contagem do tempo que restou?(e) Concluiremos que o período de 2300 anos termina em 1844 d.C., ano em que iniciou-se a purificação do santuário celestial(f) e o julgamento da humanidade;5 visto que: tanto o fim do obscurecimento do ministério sumo sacerdotal de Cristo acarretado pela "transgressão assoladora" (Daniel 8:17-19 e 26), quanto a eliminação do pecado e o restabelecimento da justiça eterna de Deus, citados em Daniel 9:24, não se concretizaram com o término dos 490 anos. Estas coisas foram profetizadas para ocorrerem respectivamente no "tempo do fim" (Daniel 8:17-19 e 26 cf. Daniel 12:4-9) e no segundo advento de Jesus (II Tessalonicenses 2:7-8 cf. Daniel 8:25; II Pedro 3:13).
O termo "selar" (hb. chatham) em Daniel 9:24, não foi usado no sentido de "encerrar" ou "concluir" os eventos listados no próprio verso, mas para indicar que o cumprimento das profecias compreendidas no período das "70 semanas" (490 anos), confirmariam (validariam, comprovariam) que as demais profecias da visão de Daniel, sobretudo aquelas vinculadas ao término do período de 2300 anos, seriam da mesma forma fielmente cumpridas (realizadas, efetivadas). Adiante o resumo dos principais eventos descritos:
457 a.C. - Entrega da ordem para reconstruir Jerusalém (Esdras 7:11-28).
27 d.C. - João batiza Jesus, o Ungido (Mateus 3:13-17).
31 d.C. - Sacrifício do Ungido. Três anos e meio após o Seu batismo ("na metade da semana, fará cessar o sacrifício"), Jesus foi morto na cruz do Calvário (Lucas 23:46 cf. Daniel 9:27).
34 d.C. - Estevão, à exemplo de outros mensageiros de Deus, foi apedrejado pelo povo de Israel (Lucas 13:34), com isso o título (credencial) de nação sacerdotal de Deus lhe foi retirado (Jeremias 6:16 cf. Mateus 21:42-46); iniciou-se a perseguição à igreja primitiva (Atos 8:1-3); Paulo converte-se e leva o evangelho aos gentios (Atos 13:44-52).
1844 d.C. - Início da purificação do santuário celestial e do juízo investigativo.6
Segundo as profecias foi a partir do ano de 1844 que as ações dos homens passaram a ser definitivamente avaliadas no juízo de Deus (cf. Daniel 7:10, Apocalipse 22:11-12), e milhões de pessoas desconhecem ou ignoram essa verdade. Por isso surgi "um anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a Terra, e a toda nação, tribo, língua, e povo, dizendo em grande voz: 'Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora de Seu juízo.' (...)" (Apocalipse 14:6-7 RA). A palavra anjo em linguagem profética significa mensagem ou mensageiro, e a descrição desse anjo voando representa a urgência com que esta mensagem deve ser proclamada.
 
Infelizmente o juízo é mal compreendido. Muitos confundem o juízo divino com os flagelos e catástrofes que acontecerão antes do retorno de Cristo. Os flagelos são parte da sentença do juízo; não é o juízo. A prisão ou pena de morte, por exemplo, não é o juízo mas a condenação (sentença). Juízo é o processo pela qual se considera um caso através de um juiz, um advogado, um promotor de acusação, testemunhas e provas.7 E o profeta Daniel descreve o juízo celestial nas seguintes palavras:
"Enquanto eu olhava, tronos foram colocados, e um Ancião Se assentou. Sua veste era branca como a neve; o cabelo era branco como a lã. Seu trono era envolto em fogo, e as rodas do trono estavam em chamas. De diante dEle, saía um rio de fogo. Milhares de milhares o serviam; milhões e milhões estavam diante dEle. O tribunal iniciou o julgamento, e os livros foram abertos." (Daniel 7:9-10 NVI).
Texto baseado em: Nisto Cremos. (2003). 7.ª ed., São Paulo: CPB, cap. 23.
Vídeos relacionados: O Juízo Final; Cremos no Juízo
a. Impérios: babilônico, medo-persa, grego e romano.
c. Por exemplo, a versão espanhola "Sagradas Escrituras" de 1569, apresenta o verbo "cortar" entre parênteses destacando o sentido mais preciso para o verbo hebraico "chathak": "Setenta semanas están determinadas (heb. cortadas) sobre tu pueblo y sobre tu Santa Ciudad. (...)" (Daniel 9:24). E a "Darby Version" traz a seguinte tradução: "Seventy weeks are apportioned [repartidas, divididas] out upon thy people and upon thy holy city" (Daniel 9:24).
d. "Sete semanas" equivalem a 49 anos, tempo gasto para restaurar Jerusalém. E, "sessenta e duas semanas" (434 anos), refere-se ao tempo compreendido entre a conclusão da reedificação de Jerusalém (408 a.C.) e o batismo de Jesus (27 d.C.). No total, "sete semanas e sessenta e duas semanas" correspondem a soma de 7 + 62 = 69 semanas, e que pelo princípio do dia profético representam 483 anos.
e. Nos cálculos considerar que não existe o "ano zero", tem-se o ano 1 a.C. e em seguida 1 d.C.
f. A purificação do santuário celestial deve ser compreendida à semelhança do que ocorria no santuário terrestre no dia da Expiação. Acesse: O Tribunal Celestial.
1. STRONG, J. (1981). The Exhaustive Concordance of the Bible, ed. Macdonald Publishing Company; (ref. n.º 02852).
2. A análise de escritos hebraicos, tais como os Mishnah, revela que embora "chathak" possa significar "determinar", o significa mais próximo é "cortar". Fonte: SHEA, W. H. The Relationship Between the Prophecies of Daniel 8 and 9. In: WALLENKAMPF, A.; LESHER, W. R. (1981). The Sanctuary and the Atonement. Washington, D.C.: Biblical Research Institute, p. 228-250.
3. GENESIUS. (1950). Hebrew and Chaldee Lexicon to the Old Testament Scripture, London: Samuel Bagster, p. 314b.
4. Jeremias 6:16; Jeremias 18:15-16; Ezequiel 22:7-8 e 26; Êxodo 19:5-6; Romanos 3:2; Mateus 21:42-46.
5. Hebreus 8:1-2; Hebreus 9:23-24; Daniel 7:9-10 cf. Apocalipse 11:19.
6. Daniel 8:14; Daniel 7:9-10; Apocalipse 11:19; Apocalipse 14:7.
7. BULLON, A. (1998). O Terceiro Milênio e as Profecias do Apocalipse, 1.ª ed., São Paulo: CPB, p. 29.

10 de janeiro de 2013

Os Reinos da Graça e da Glória

1.      A que trono somos exortados a chegar, para alcançar misericórdia?

Rª: “Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.” Heb. 4:15

Nota: Seria inútil chegarmos a qualquer trono para pedir um favor, se esse trono não tivesse ocupado. O trono da graça, pois, pressupõe o Rei da graça. Se há um Rei, tem Ele de ter súbditos, e leis para governar esses súbditos. Portanto, nesse estado, e recebendo graça, ou favor, de Deus, a pessoa está no reino da graça.

 
2.      Para que outro reino as Escrituras chamam a atenção, e quando será estabelecido?

Rª: “Quando o Filho do homem vier em Sua glória, e todos os santos anjos com Ele, então Se assentará no trono da Sua glória.” Mat. 25:31.

Nota: O reino da glória será estabelecido por ocasião da segunda vinda de Cristo. Disse Jesus a Pilatos: “Meu reino não é deste mundo.” João 18:36.


3.      Como procurou Jesus corrigir a falsa ideia dos discípulos e dos judeus, de que Ele estabelecia naquele tempo o Seu reino de glória?

Rª: “Contou uma parábola; porquanto estavam parte de Jerusalém, e cuidavam que logo se havia de manifestar o reino de Deus.” Lucas 19:11.


4.      Nessa parábola, que ensinou Jesus?

Rª. “Certo homem nobre partiu para uma terra remota, a fim de tomar para si um reino e voltar depois.” Luc. 19:12.


5.      Quem é esse nobre?

Rª: “NÃO se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.

Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.” João 14:2,3.

Nota: este nobre é Cristo Jesus. Quando ascendeu para junto do Pai, assentou-Se sobre o trono do Pai, trono que, enquanto durar o tempo da graça, é o trono da graça. Logo receberá Ele o Seu reino da glória. Ele não voltou ainda, mas quando vier, será para levar os Seus súbditos para onde Ele está. O reino da glória será estabelecido por ocasião da segunda vinda de Cristo, mas não ainda na Terra. Aqui só virá no final do milénio. (ver Apoc. 20:6; 15: 2 e 3, e o estudo sobre “O Milénio”.)

Pergunta importante: Poderá alguém entrar no reino da glória sem antes ter vivido o reino da graça?


6.      Em que palavras Jesus tornou claro que o único reino que Deus agora tem na Terra é o reino da graça?

Rª: “E, interrogado pelos fariseus sobre quando havia de vir o reino de Deus, respondeu-lhes, e disse: O reino de Deus não vem com aparência exterior. Nem dirão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; porque eis que o reino de Deus está entre vós.” Luc. 17:20, 21.

Pergunta aos judeus e messiânicos: Veio o Messias ou ainda esperamos outro?

Nota: Cristo só reina sobre súbditos voluntários. Seu reino agora é inteiramente espiritual. Só por ocasião da Sua segunda vinda estabelecerá Ele o Seu reino de glória.


7.      Por que meio são os homens salvos do pecado?

Rª: “Pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus.” Efés. 2:8 (ver Rom. 6:23).

Nota: segue-se, pois que unicamente pela graça, ou favor, de Deus podem ser salvos os pecadores. Não há outro meio. Abraão, Moisés David, assim como Pedro, Paulo e João, foram salvos pela graça. Todos eles, portanto, estavam no reino da graça, que deve ter existido logo que houve um pecador necessitado da graça.


8.      Quando Cristo enviou os Seus discípulos, que lhes disse que pregassem?

Rª: “Enviou-os a pregar o reino de Deus, e curar os enfermos.” Luc. 9:2.


9.      Desincumbindo-se da sua comissão, que pregavam eles?

Rª: “Saindo eles, percorriam todas as aldeias, anunciando o evangelho, e fazendo curas por toda a parte.” Luc. 9:6

Nota: O evangelho deles não era de coacção, mas de persuasão; não era evangelho da espada, mas do amor de Deus; não era evangelho político – tal como os judeus ainda esperam – mas, evangelho do Dom de Deus.

 

10.  Na parábola do trigo e do joio, que representa a boa semente?
Rª:  “O campo é o mundo; e a boa semente são os filhos do reino; e o joio são os filhos do maligno.” Mat. 13:38.

 
11.  Quem semeou o joio no reino?

Rª: “O inimigo, que o semeou, é o diabo.” Mat. 13:39.

Nota: Satanás primeiramente semeou o joio do pecado no Éden. Logo, o reino de Deus já existia naquele tempo. A Terra fazia parte do reino de Deus, destinava-se a estar sempre sob o Seu domínio.

Continua…

 

Os Reinos da Graça e da Glória -2

Não entre neste estudo sem ler a primeira parte, aí estudamos com base bíblica o reino da Graça e da Glória. Agora, vamos ver como porque foi estabelecido o reino da graça.

1.      A quem confiou Deus o Seu reino na Terra?

Rª: “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.” Gén. 1:26.


2.      Que fez o homem com esse legado?

“Por um homem entrou, e pelo pecado a morte”

“Pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores.” Rom. 5:12 e 19

Nota: O homem caiu, e o mundo tornou-se a habitação do pecado. Satanás continuará o seu domínio até que o pecado seja exterminado. Quem quer que deseje tornar-se súdito do reino de Deus, deve agora separar-se do reino que foi usurpado por Satanás. O pecador tem de prestar obediência às leis de Deus. Os que isto fazem participam de um ajuste feito por Deus, pelo qual se tornam Seus súbditos, renunciando ao serviço de Satanás. Passam então para o reino de Deus, Seu reino da graça, pois que são súbditos do favor ou graça de Deus.

 
3.      Que prometeu Deus a David, rei de Israel?

Rª: “A tua semente estabelecerei para sempre, e edificarei o teu trono de geração em geração.” Salmo 89:4.


4.      Por quem foi perpetuado o trono de David?

Rª: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Do aumento deste principado e da paz não haverá fim, sobre o trono de Davi e no seu reino, para o firmar e o fortificar com juízo e com justiça, desde agora e para sempre; o zelo do SENHOR dos Exércitos fará isto.” Isaías 9:6,7.


5.Quem é a semente de David, o herdeiro do seu trono?

Rª: “E tu, ó profano e ímpio príncipe de Israel, cujo dia virá no tempo da extrema iniquidade, assim diz o Senhor DEUS: Tira o diadema, e remove a coroa;…Ao revés, ao revés, ao revés porei aquela coroa, e ela não mais será, até que venha aquele a quem pertence de direito; a ele a darei.” Ezeq. 21:25-27.

Nota: Esse tríplice revés verificou-se na sucessiva subversões dos impérios de Babilónia, Pérsia e Grécia. Os judeus estiveram sob o domínio de cada uma dessas dinastias. O último revés pode ser em geral identificado com a sucessão romana nos territórios do império macedónico, mas a famosa liga entre romanos e judeus, feita em 161 antes de Cristo, trouxe os últimos mais particularmente sob o protectorado daquela potência férrea, e em 63 antes de Cristo, Pompeu anexou a Judeia como parte de uma província. Com o estabelecimento da igreja de Cristo, o trono de David, o reino de Israel, não devia mais existir até que viesse Aquele a quem pertence de direito.


6. Quando na Terra, Jesus não ocupou o trono. Porventura o ocupou ao ascender para o Céu, ou então ocupou o trono do Pai, com Ele?

Rª: “DISSE o SENHOR ao meu Senhor: Assenta-te à minha mão direita, até que ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés.” Salmo 110:1.


7. Que faz Ele, à mão direita de Deus?

Rª: “Jurou o Senhor, e não se arrependerá: Tu és um Sacerdote eterno, segundo a ordem de Melquisedeque.” Sal. 110:4 (ver. Heb. 10:12 e 13).

 
8. Quando estiver terminada a Sua obra sacerdotal, que receberá Cristo?

Rª: “Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como o filho do homem; e dirigiu-se ao ancião de dias, e o fizeram chegar até ele. E foi-lhe dado o domínio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído.” Dan. 7:13 e 14.


9. Quando vier nas nuvens de glória, em que trono Se assentará Ele?

Rª: “Quando o Filho do homem vier em Sua glória, e todos os santos anjos com Ele, então Se assentará no trono da Sua glória.” Mat. 25:31.

 
10. Que dirá Ele então aos remidos?

Rª: “Vinde, benditos de Meu Pai; possuí por herança o reino que vos está preparando desde a fundação do mundo.” Mat. 25:34.

Aceite o convite de Jesus, sim, é o convite mais importante, você é importante para Ele. Toque na Sua mão para tocar no Seu trono.

 

José Carlos Costa, pastor.

 

8 de janeiro de 2013

UM GRANDE PERÍODO PROFÉTICO

1.         Imediatamente após a visão de Daniel 8, que aprendeu Daniel do seu estudo da profecia de Jeremias?

Rª: “NO ano primeiro de Dario … eu, Daniel, entendi pelos livros que o número dos anos, de que falara o SENHOR ao profeta Jeremias, em que haviam de cumprir-se as desolações de Jerusalém, era de setenta anos.” Dan. 9:1-2.

Nota: "Acontecerá, porém, que, quando se cumprirem os setenta anos, visitarei o rei de Babilónia, e esta nação, diz o SENHOR, castigando a sua iniquidade, e a da terra dos caldeus; farei deles ruínas perpétuas.” (Jeremias 25 : 12)

"Porque assim diz o SENHOR: Certamente que passados setenta anos em Babilónia, vos visitarei, e cumprirei sobre vós a minha boa palavra, tornando a trazer-vos a este lugar.” (Jeremias 29: 10).

A primeira deportação para Babilónia, quando Daniel e os seus companheiros foram levados cativos, ocorreu no ano 606, e os setenta anos da profecia de Jeremias expirariam, portanto, em 536 A.C. o primeiro ano primeiro ano do reinado de Dario foi em 538 A. C., e o período de restauração estava, pois, apenas dois anos distante daquele tempo.

2.         Ao aproximar-se o tempo de libertação do cativeiro, que fez Daniel?

Rª: “E eu dirigi o meu rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, e saco e cinza.” Dan. 9:3.

3.         Em que estava o profeta especialmente interessado

Rª: “Agora, pois, ó Deus nosso, ouve a oração do teu servo, e as suas súplicas, e sobre o teu santuário assolado faze resplandecer o teu rosto, por amor do Senhor.” Dan. 9:17.

4.         Ao terminar Daniel a sua oração, que certeza lhe deu Gabriel?

Rª: “Ele me instruiu, e falou comigo, dizendo: Daniel, agora saí para fazer-te entender o sentido. Dan. 9:22.

5.         Que instrução anterior, relacionada com a visão de Daniel 8, estava a ser assim mais amplamente executada?

Rª: “E ouvi uma voz de homem entre as margens do Ulai, a qual gritou, e disse: Gabriel, dá a entender a este a visão.” Dan. 8:16.

6.         Porque eram necessárias instruções adicionais quanto a esta visão?

Rª: “E eu, Daniel, enfraqueci, e estive enfermo alguns dias; então levantei-me e tratei do negócio do rei. E espantei-me acerca da visão, e não havia quem a entendesse.” Dan. 8:27.

7.         Para que dirigiu Gabriel a atenção de Daniel?

Rª: “No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, porque és mui amado; considera, pois, a palavra, e entende a visão.”Dan. 9:23.

Nota: há prova abundante de que as instruções contidas no nono capítulo de Daniel suplementam e interpretam a visão do capítulo oitavo. Notem-se os seguintes factos:

1)      Daniel não entendeu a visão acerca do seu povo e do santuário serem pisados a pés, pelos que investigou novamente as profecias quanto ao período do cativeiro.

2)      Ele certamente estabeleceu relação entre o período dos setenta anos mencionados por Jeremias, e os dois mil e trezentos dias da visão, e pôs-se imediatamente a orar com todo o fervor pela restauração da cidade e do santuário.

3)      O anjo Gabriel, que lhe apareceu ao princípio e interpretou toda a visão menos os dois mil e trezentos dias, apresenta-se-lhe agora e dirige-lhe a atenção para a visão.

4)      Os acontecimentos da visão começam com o reino dos medos e persas, a época da restauração dos judeus em sua própria terra. Na ausência de qualquer instrução em contrário, seria este o tempo natural em que se deve localizar o começo do período dos dois mil e trezentos dias; e esse é precisamente o tempo apresentado para o início das setenta semanas, que são, claramente, uma parte dos 2300 dias, e determinam, assim o tempo do seu começo.

5)      As setenta semanas, ou quatrocentos e noventa dias, estendem-se desde a restauração de Jerusalém e do templo literal, até à pregação do evangelho a todo o mundo.

8. Que porção dos 2.300 dias (anos), mencionada na visão, foi determinada aos judeus?
Rª: “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade.” Dan. 9:24, primeira parte.

Nota: “Visto como tanto os 2300 anos do capítulo 8, como as ´setenta semanas´ do capítulo 9 começam do período persa da história judaica ou, noutras palavras, como ambos datam da época da restauração, em seguida ao cativeiro babilónico, os seus pontos de partida devem ser idênticos ou estar intimamente relacionados cronologicamente.” Lihgt for the Last Days, por H. Grattan Guiness, Londres, Hodder and Stoughton, 1893, p. 183.
Os 2300 Dias
A LINHA principal representa o período completo dos 2300 dias-anos, o maior período profético mencionado na Bíblia. Começando em 457, antes de Cristo, quando foi emitido o decreto para se restaurar e construir Jerusalém (Esdras 7:11-26; Daniel 9:25) contam-se sete semanas (49 anos) para indicar-se o tempo empregado na obra da restauração. Estas sete semanas são, contudo, parte das sessenta e nove (483 anos) que deviam estender-se até ao Messias, o Ungido. Cristo foi ungido no ano 27 da nossa era, por ocasião do Seu baptismo Mateus 3:13-17; Atos 10:38. No meio da septuagésima semana (ano 31), Cristo foi crucificado, ou “desarraigado.” o que  determinou o tempo em que os sacrifícios e oblações do santuário terrestre deveriam cessar. Daniel 9:26,27. Os três e meio anos restantes desta semana chegam ao ano 34, ou ao apedrejamento de Estevão, e à grande perseguição da igreja de Jerusalém que se seguiu, Atos 7:59; 8:1. Isto assinala o final das setenta semanas, ou 490 anos, concedidos ao povo judeu.

Ora, as setenta semanas fazem parte dos 2300 dias: e como elas chegam até ao ano 34, os restantes 1810 anos do período de 2300 dias-anos devem atingir o ano 1844, em que a obra do juízo, ou purificado do santuário celestial, devia começar, Apoc. 14:6,7. Por este tempo começara os pesquisadores da Palavra de Deus a ter compreendendo especial de todo o assunto do santuário e da obra sacerdotal ou mediadora que Cristo nele executa.

Quatro grandes eventos se acham, portanto, localizados por este grande período profético: - o primeiro advento de Cristo, a Sua crucifixão, rejeição do povo judeu como nação e o início da obra do juízo final.
continua ver:
José Carlos Costa, pastor

6 de janeiro de 2013

Um Grande Período Profético -2


- Os 2.300 Dias de Daniel 8 –
“Existe clara e íntima correlação entre as duas visões (de Daniel 8 e 9). Diz-se das setenta semanas haverem elas sido separadas para certos fins especiais; e isso implica um período mais longo do qual elas são separadas, seja do tempo comum geral, ou de algum período claramente revelado. Ora, o prévio período (2300 dias) inclui dois acontecimentos – a restauração do sacrifício, e a desolação. O primeiro deles é de carácter idêntico às setenta semanas, que são um período da restaurada soberania política de Jerusalém; do que se deduz que o mais lógico é referir-se a separação ao período integral da primeira visão.” – First Elements of Prophecy, por T.R.Birks, ps. 359 e 360.
1.      Que deveria acontecer no fim das setenta semanas?
Rª: “Para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo.” Dan. 9:24, última parte do versículo.
Comentários: “Para extinguir a transgressão.” – Ou, como diz a trad., de Figueiredo, “a prevaricação se consuma.” Os judeus deviam encher a medida da sua iniquidade, rejeitando e crucificando o Messias; não seriam então por mais tempo o Seu povo particular, escolhido. Ler S. Mateus 21:38-43; 23:32-38; 27:25.
“Dar fim aos pescados.” – A melhor explicação desta cláusula é dada em Heb. 9:26: “Agora na consumação dos séculos uma vez Se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de Si mesmo.” Ver também Romanos 8:3.
“Trazer a justiça eterna.” – Isto deve referir-se à justiça de Cristo – aquela justiça pela qual Ele pôde fazer expiação pelo pecado e que, pela fé pode ser imputada ao crente penitente.
“Ungir o Santo dos santos – Deve referir-se à unção do santuário celestial, quando Cristo Se tornou “Mistro do santuário, e do verdadeiro tabernáculo, o qual o Senhor fundou, e não o homem.” Hebreus 8:2
2.      Que parte desse período deveria ir até Cristo, o Messias, ou Ungido?
Rª: “Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, …” Dan. 9:25, primeira parte.
Nota: O termo Messias significada ungido, e Jesus foi ungido com o Espírito Santo (Atos 10:38) no Seu baptismo, o ano 27 de nossa era. S. Mat. 3:16.
3.      Quando, disse o anjo, deviam começar as setenta semanas (490 anos)?
Rª: “Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos.” Daniel 9:25.
Comentário: Setenta semanas são 490 dias proféticos, e contando um dia profético como um ano (Núm. 14:34; Ezeq. 4:6), a contagem perfaz um período de 490 anos literais.
Sessenta e nove (7 semanas e 62 semanas) das setenta semanas deviam chegar até ao “Messias, o Príncipe.” Messias é Cristo, “o Ungido.” Messias é a palavra hebraica, e Cristo a palavra grega significando ungido. (ver João 1:41).
4.      Como foi Jesus ungido?
Rª: “Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude.” Atos 10:38.
5.      Em que ocasião recebeu Jesus a especial unção do Espirito Santo?
Rª: “E aconteceu que, como todo o povo se batizava, sendo batizado também Jesus, orando ele, o céu se abriu; e o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea, como pomba; e ouviu-se uma voz do céu, que dizia: Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo.” Luc. 3:21, 22.
6.      Que profecia citou Jesus logo após, como se aplicando a Ele?
Rª: “O Espírito do Senhor é sobre mim, Pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados do coração.” Luc. 4:18. (ver Mar. 1:15).
Nota: É evidente que as sessenta e nove semanas (483 anos) deviam chegar até ao baptismo de Cristo, visto ser esse o tempo da Sua unção pelo Espírito Santo. João Batista começo a sua obra no décimo quinto ano do reinado de Tibério (Lucas 3:1-3), e isto coloca a unção de Jesus no ano 27 A. D., por ocasião do Seu baptismo.
7.      Quando foi expedido um decreto para restaurar e edificar Jerusalém?
Rª: “Este Esdras subiu de Babilónia; e era escriba hábil na lei de Moisés, que o SENHOR Deus de Israel tinha dado; e, segundo a mão do SENHOR seu Deus, que estava sobre ele, o rei lhe deu tudo quanto lhe pedira.
Também subiram a Jerusalém alguns dos filhos de Israel, dos sacerdotes, dos levitas, dos cantores, dos porteiros e dos servidores do templo, no sétimo ano do rei Artaxerxes.
E no quinto mês chegou a Jerusalém, no sétimo ano deste rei.” Esdras 7:6-8.
Nota: Três decretos publicaram os monarcas persas para a restauração da pátria dos judeus. São mencionados no livro de Esdras: “Porquanto és enviado da parte do rei e dos seus sete conselheiros para fazeres inquirição a respeito de Judá e de Jerusalém, conforme à lei do teu Deus, que está na tua mão.” Esdras 6:14.
O decreto de Ciro dizia respeito  ao templo tão-somente, o decreto de Dario Histaspas  providenciou a continuação dessa obra, estorvada por Esmerdis; mas o decreto de Artaxerxes restaurou por completo o governo judaico, providenciando a vigência das suas leis. Este último decreto, portanto, é aquele que serve de ponto de partida para o cálculo das setenta semanas, assim como, é claro, dos 2300 dias.
O decreto de Artaxerxes foi espedido no sétimo ano do seu reinado, e de acordo com os métodos antigos de cronologia, entrou em vigor em Jerusalém nos fins de 457 antes de Cristo. Contando 483 completos desde o primeiro dia de 457, isto nos leva ao último dia de 26 A.D. isto se demonstra pelo fato de que são precisos todos os 26 anos A. D., e todos os 457 anos antes de Cristo, para perfazer 483 anos.
Se o decreto para a restauração completa de Jerusalém não entrou em efeito senão passada a metade do ano 457 antes de Cristo (Esdras 7:8), então todo o tempo da primeira parte daquele ano não se acha incluído no período, e deve ser acrescentado ao último dia de 26 A.D., o que nos leva até à última parte de 27 A.D., isto é, a ocasião do baptismo de Cristo. Isto “sela” (Dan. 9:24), ou seja, confirma a profecia.
8.      No final dos 483 anos, em 27 A.D., uma semana, ou sete anos dos 490, restavam ainda. Que devia acontecer ao meio da semana?
Rª: “E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação.” Dan. 9:27.
Nota: Como as sessenta e nove semanas terminaram nos fins de 27 A.D., a metade da septuagésima semana ou os três anos e meio, terminaram perto do meado de 31 A.D., quando Cristo foi crucificado, e por Sua morte fez cessar, ou pôs fim aos sacrifícios e oblações do santuário terrestre. Mais três anos e meio (a última parte da septuagésima semana) terminariam perto do fim de 34 A.D. Isto nos leva ao final dos 490 anos que foram determinados ao povo de Israel. Restam ainda 1810 anos, que, somados a 34 A.D., nos levam a 1944 A.D.
9.      Que, disse o anjo, teria lugar então?
Rª: “E ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado.” Daniel 8:14.
Nota: Por outras palavras, começaria nesse tempo a grande obra finalizadora de Cristo para o mundo, a expiação, ou o juízo investigativo. O típico Dia da Expiação para Israel ocupava só um dia no ano. O juízo investigativo poderá ocupar um tempo relativamente breve. Já há mais de século e meio que essa obra está em prosseguimento, e logo deverá concluir-se. Quem tem o temor do Senhor logo deve preparar-se.
10.  Sob que símbolo é acentuada a importância da mensagem da hora do juízo?
Rª: “E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” Apoc. 14:6,7.
Nota: Emprega-se aqui o símbolo de um anjo para representar a mensagem do juízo, que deve ser pregada a todo o mundo. Visto como os anjos pregam as suas mensagens aos homens por intermédio de instrumentos humanos, compreende-se que este símbolo de um anjo voando no meio do céu representa um grande movimento religioso, proclamando aos homens a mensagem da hora do juízo.
11.  Em face do juízo investigativo, que somos admoestados a fazer?
Rª: “Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.”
12.  Que séria advertência é feita pelo apóstolo Paulo?
Rª: 30 Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam;
31 Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há-de julgar o mundo, por meio do homem que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos. Atos 17:30,31.

José Carlos Costa, pastor.